Se as mães, quando estão com raiva, são famosas por bater o pé muito rápido, por que é que elas tiram a sandália para bater na gente ao invés de nos chutar?
Literatura Free Now - ponderações sobre a violência.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
domingo, 24 de junho de 2012
Literatura Free Now - O quarto irmão.
Fulano
Beltrano
Cicrano
e...
Tucano?
___
fiquei com medo.
Literatura Free Now. Divagações na Eurocopa
Beltrano
Cicrano
e...
Tucano?
___
fiquei com medo.
Literatura Free Now. Divagações na Eurocopa
Music Free Now - Revisitando Posts II. Parte 2. A continuação. Ou, queremos ganhar mais dinheiro com o sucesso do part I. Sábado, 11 de abril de 2009
Essas 6 pessoas fizeram contribuições enormes para a música (menos ELP, eles foram mais ou menos, tipo assim... 0,1% inovadores) mas alguma coisa mágica hoje me fez pensar que eles são uma combinação perfeita (é... perfeita não, mas é incrivelmente incrível) para se escutar quando se quer apenas ouvir música boa no quarto durante o dia inteiro, e o mais incrível é que mesmo um sábado inteiro em casa pode se transformar em um dia bom com esses 6 rodando no som na ordem certa (essa do título).
Me fez até ter vontade de estudar.
Para quem ficou curioso deixarei uma lista para ser escutada.
Gustav Mahler - Symphony No. 2 'Resurrection' (Haitink,Heynis, Ameling) movimentos I-V
Emerson, Lake & Palmer - Suíte Tarkus
Shostakovich - Concerto Para Piano No.1 Para Trompete & Cordas Em C Menor Op.35
Frank Zappa - Roxy & Elsewhere
Allegro Free... hum, nada a declarar, apenas para escutar.
(não reparem na minha montagem ultra malfeita no paint)
Me fez até ter vontade de estudar.
Para quem ficou curioso deixarei uma lista para ser escutada.
Gustav Mahler - Symphony No. 2 'Resurrection' (Haitink,Heynis, Ameling) movimentos I-V
Emerson, Lake & Palmer - Suíte Tarkus
Shostakovich - Concerto Para Piano No.1 Para Trompete & Cordas Em C Menor Op.35
Frank Zappa - Roxy & Elsewhere
Allegro Free... hum, nada a declarar, apenas para escutar.
(não reparem na minha montagem ultra malfeita no paint)
Literatura Free Now - Revisitando posts.
Estava passeando pelo meu antigo blog: http://montepitaoeseusministros.blogspot.com
[sim, é ideia aportuguesada de Monty Python. Qual o problema? Se você não se ligou que Literatura Free Now veio de Apocalypse Now, você é muito burro!]
Enfim, re-postarei um post que tinha escrito faz tempo, que acabei chamando de Literatura Free VIII. Isso na época que eu tentava lançar a Literatura Free, antes de ser now! E caso não saibam, eu assisti Apocalypse Now faz mais de 5 anos, e a versão do diretor.
Pois bem, lanço o post:
___________________________
[sim, é ideia aportuguesada de Monty Python. Qual o problema? Se você não se ligou que Literatura Free Now veio de Apocalypse Now, você é muito burro!]
Enfim, re-postarei um post que tinha escrito faz tempo, que acabei chamando de Literatura Free VIII. Isso na época que eu tentava lançar a Literatura Free, antes de ser now! E caso não saibam, eu assisti Apocalypse Now faz mais de 5 anos, e a versão do diretor.
Pois bem, lanço o post:
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[Faz 15 min que eu fiz um post de quase 50 linhas sobre "dormir" nesse blog. acabei de deletar, um lixo, digno de uma porcaria. Vergonha da nação. No lugar do antigo post, colocarei aqui essa nota entre colchetes para representar que a Literatura Free acabou não sendo algo tão Free assim. Pois mesmo escrevendo sem parar, apenas seguindo a linha de raciocínio de puxar um assunto atrás do outro ao decorrer do seu texto ("eita, isso me lembrou algo"), também tenho noção do que deve ou não deve ser engavetado. às vezes você pensa algo, começa a escrever, a ideia sai outra e você pensa: "porra, que porcaria distorcida, ambígua, desnecessária e totalmente instável". Não me acho um escritor fodão, como se alguma frase minha fosse ser apoderada por alguém que visasse destruir o mundo. Nietzsche [para citar um deles] sairia de sua tumba e iria me aterrorizar caso eu dissesse isso. Na verdade eu queria apenas informar que mesmo escrever sem parar também tem seus perigos, e certas contradições devem ser engavetadas antes de ir ao mundo. Nietzsche fez isso. Mas ele era Nietzsche. Cujo fantasma eu faria questão de ter como amigo. Imaginem, ser assombrado por Nietzsche. Porra, iria ser muito foda. E isso dá em conto. Olha aí. Uma ideia que veio de algo escrito para representar uma ideia e acabou virando outra. Por quê eu escrevi que teria medo do fantasma de Nietzsche se eu adoraria conversar um pouco com ele? Acho que isso são restos fortes de uma base de cimento criada pelas estórias e idiotices que aprendemos quando somos crianças. sobre medo de fantasma, curupira, bruxa, cavaleiro sem cabeça, saci, caipora, etc... Pois bem, acabei de eleger Nietzsche como meu amigo imaginário. Ah não... isso já existe: se chama Jesse Custer e seu amigo é o John Wayne. Ah, droga, apesar de jurar que seria original, não sabia que no fundo do meu inconsciente essa ideia já tinha sido usada. Se bem que, tal pensamento também pode ser distorcido, tipo: Nietzsche voando 24hr por dia ao meu lado conversando potoca e discutindo em plena praça pública, no ônibus, tratando sobre a genealogia, nossos ídolos e a cultura ocidental de culpa e...
Mas espera aí? o que eu estou dizendo? Para quê eu preciso de um fantasma de Nietzsche ao meu lado? Eu tenho outras pessoas para discutir sobre isso, mais vivas e interessantes. Isso para mim. Mas quem sabe um dia eu pegue essa ideia e leve pra frente na hora de escrever algum conto. Com certeza é algo Freak-Pop-Pós-Moderno interessante. Que teria altas chances de se tornar um desastre total!...]
__________
Sobre o fantasma de Nietzsche conversar comigo no meio da rua, me fez lembrar de outro post do Montepitaoeseusministros:
"(...) blá blá blá blá blá blá, escrevo para não ficar falando sozinho no meio da rua... blá blá blá (...)"
Acho que escrevo para afastar Nietzsche, ou outro fantasma, de mim.
sábado, 23 de junho de 2012
Literatura Free Now - O impossível acontece: paquerar Carlota Joaquina
Esse post é para minha mamãe.
Como todos sabem, eu fui no Palácio da Ajuda. Faz um tempo. Durante um bom tempo minha mãe imaginou que eu tinha ido no Palácio de Queluz, só que ela tava enganada, e pediu para eu ir para o Palácio de Queluz. E lá fui eu no Palácio de Queluz.
A parada é a seguinte:
Palácio da Ajuda - o mais irado de todos porque é gigante e tem dois andares e muito mais salas e tudo de irado. Mas sem jardim interessante.
Casa dos Braganças - Palácio pequeno com jardim pequeno. (antes que alguem reclame de foto, lá não podia tirar foto. É espaço privado, não tira foto, e o mais idiota, não vendem fotos. O que é esquisito. No mundo capitalista do terror, alguns locais não deixam as pessoas tirarem fotos para assim eles mesmo venderem seus cartõezinhos postais com as fotos do local; na casa dos Braganças não pode tirar foto e não tem cartão postal para vender. Ou seja, ou você vai lá, ou você vai lá, fim de papo. A única coisa interessante que vende lá é o livro da Mafalda Soares da Cunha, e ainda é caro pra cacete!)
Palácio de Queluz - Palácio médio, e com jardim gigante.
Como sempre, eu não vou contar historinha do Palácio. Eu só vou fazer duas observações.
1 - tem um quadro, que vocês irão ver, da Carlota Joaquina. Poxa, ela tá gatona. Eu paquerei. Mas ela não ganha da Lady Elizabeth Conyngham, que está no museu da Calouste Gulbenkian.
obs para obs 1: eu nunca fui de ficar parado na frente de um quadro. Nem em escultura. Normalmente eu fico parado na frente de um amplo espaço, como um quarto ou uma sala, ou um prédio inteiro. Gosto de ver florestas e bosques, não consigo enxergar folhas nem flores. Mas, a Lady Elizabeth Conyngham da Calouste Gulbenkian me fez ficar estático. Nunca tinha sentido nada parecido em toda a minha vida.
Não, minto.
obs da obs para obs 1: o único sentimento "estático" que me fez ficar parado e boquiaberto foi o final de Jogos Mortais I. Eu simplesmente travei e não consegui me mexer.
voltando...
2 - Dom João VI, ao contrário de Carlota Joaquina, não tem salvação. É feio em TUDO. Não tem versão de Photoshop atual que faça aquele homem ficar bonito. A Carlota Joaquina era feia, mas pelo menos ela tem UM!!... pelo menos UM quadro em que ficou bonita. Dom João é uma negação em TODOS!
3 - Uma das fotos eu estou apontando para uma estátua. Na verdade eu queria dar ênfase no ato da criança da estátua estar apertando a bunda da mãe. Muito comédia.
4 - Acabei escrevendo 3 observações. Com essa, 4. 4 Observações, sendo que a 4ª na verdade é uma observação por conta da minha 3ª observação que vai de encontro com o que eu tinha na - vamos chamar assim - observação "Zero" - o início das observações.
obs para obs 4: a Observação para a obs 1. Assim como a Obs da Obs para a Obs 1 não contam como Observações. Vamos enquadrá-las como "obs 1,5 e obs 1,99".
obs da obs para obs 4: a Observação para a Observação 4 não conta também. Vamos chamá-la de "obs 4,5". Assim como essa será a "obs 4,99".
5 - A observação 5ª vai ser a observação 5ª. Vamos chamá-la de Observação final. Pois estou dando a observação para o leitor que agora estou terminando o post.
Aproveitem as fotos. Observem com atenção.
Literatura Free Now. Observações sobre Carlota Joaquina.
domingo, 17 de junho de 2012
Literatura Free Now - a referência bibliográfica mais overpower do mundo.
J. Van Klaveren. "Die historische Erscheinung der Korruption, in ihrem Zusammenhang mit der Staats-und Gesellschaftsstruktr bretrachtet". In: Viertljahrschrift für Sozial-und Wirtschaftsgeschichte. XLIV (1957) e XLV (1958).
Arquitetura Free Now - Castelo e Forte.
Já fiz post para John Von Nepa e Luany (museu de arqueologia. pedras). Também fiz para Karol (praia). Esse é para Arthur de Curbellos.
Fui em Elvas essa sexta feira. Aproveitei e passei rápido em Vila Viçosa. E, por incrível que pareça, dei um pulo na Espanha, em Badajós (de acordo com o Miguel, espanhol que mora na residência onde eu estou hospedado, se fala "Badahófl". algo parecido). (ou seja, posso não ter visitado Madrid nem Barcelona, mas fui na Espanha e a única frase em espanhol que falei foi "buenos dias" para o tio simpático da farmácia).
Tirei várias fotos, inúmeras fotos. Mas decidi colocar aqui apenas as fotos do fortes e das arquiteturas militares das duas cidades. Que é o que realmente interessa e o que era mais interessante. Eu não tenho notas para colocar porque visitei praticamente sozinho, não tem plaquinha, nem guia turístico, e nem posto de informações. Por isso, se conformem, eu sou o pior turista do mundo. Estudo história e tou pouco me lixando para os locais onde eu vou, odeio carregar quilos de papel e estou mais preocupado em analisar o espaço e a arquitetura do local. Por mim, pode se f***r o rei português heróico-que-conquistou-portugal-dos-mouros-e-assim-garantiu-a-paz-e-prosperidade-da-população, somando-se com o fato de que o rei era um cavaleiro-da-justiça-que-lutava-contra-aqueles-que-ameaçavam-a-sua-soberania. e blá-blá-blá. Alguns panfletos são interessantes porque nos dizem alguns fatos essenciais, como as datas de construção, destruição-parcial, reconstrução, batalhas, abandono, perda, reconquista. Mas, como eu não pego nada disso, vão na internet. É só digitar as cidades (Vila Viçosa. Elvas) e ver as datas e informações.
O mais interessante de Elvas é que a cidade é fronteira com a Espanha, tem 3 fortes, e a vila "primitiva-oficial-principal-inicial" se encontra dentro de uma muralha que foi baseada em arquitetura militar holandesa. Mas, como eu já disse: vão na internet.
enfim, post dedicado a Arthur Curvelo, que gosta dessas paradas militares.
ps1: vocês tem que abaixar mais a página do blog para saberem depois quando é que muda as fotos de Vila Viçosa para Elvas.
ps2: também tem umas fotinhas de escavação romana, algo do gênero. Enfim, outra homenagem para João e Luany e Erine. (acho que no post sobre o museu de arqueologia eu não mencionei ela. Então, agora eu menciono)
ps3: Feliz aniversário, Boss.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Literatura Free Now. Cascais. Sem notas.
As pessoas só gostam de fotos e vão reparar em meus suspensórios. Então. Sem notas. já que eu tenho preguiça. =D
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