beba... coca-cola...
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Literatura Indie Now I - ou, post do natal, como esse post deveria ser lido; ou, ainda, sobre como é difícil desejar boas festas quando não se tem facebook
O nome real desse post poderia ser:
"Está faltando alguém nessa maldita mesa de bar"
- Como?
- eu disse que está faltando alguém nessa maldita mesa de bar
- ...
- eu disse, abre aspas, está faltando alguém nessa maldita mesa de bar, fecha aspas, foi isso que eu disse no começo.
- ah tá, agora sim.
_____________________________________
Mandar e-mail é cada vez mais difícil quando não se tem Facebook (Facebookson). Você perde um tempo do caramba escrevendo muito para pessoas que não te reconhecem como pessoa, porque você não tem Facebook. E é bem provável que o seu e-mail seja apagado antes mesmo de ser lido, pois poderão pensar que é vírus. Afinal, quem é o idiota que manda e-mail hoje em dia?
Por isso, desenvolvi alguns métodos que possam garantir que seu e-mail tenha algumas chances consideráveis de ser lido.
1 - coloque no título alguma coisa que faça com que a pessoa entenda que você está escrevendo, e que não é um vírus com título-modelo. Tá ligado? Escreva o apelido, ou escreva o título de maneira confusa, para ele saber que é escrito por você
2 - sempre verifique se o seu e-mail foi realmente enviado. E se demorar para responder, tente verificar se seu email está atualizado, para não cair na caixa de lixo da pessoa que você deseja que leia seu e-mail natalino.
3 - se essa pessoa receber o e-mail e ler seu email, a primeira frase que deve constar é:
"e aí, véi (véia)... tá demorando para eu fazer facebook....
essa tem que ser a justificativa. Não tenha medo de dizer que é das cavernas, e que Facebook para você é marca de diário onde você coloca sua foto na capa, que é transparente. Saca?
____________________________________
Admito que não escuto mais bandas novas. Tenho preguiça de ir na internet procurar por novas bandas. Não troco mais informações com pessoas sobre novas músicas. Ficamos sempre na nostalgia de Frank Zappa, Led Zeppelin, Emerson, Lake And Palmer... e assim vai...
Mesmo tendo meu irmão mais velho como "linha tênue" da boa música e da música muito ruim, algumas vezes ele acerta ao baixar alguma bandinha legal. Normalmente ele pega apenas uma música ou 2, nunca um album inteiro. o que eu acho mó tosco. Mas uma bandinha atual, que eu conheci apenas por uma música, me fez querer conhecer mais. E fiquei pasmado, o album inteiro é foda. MUITO BOM MESMO...não é como Deep Purple, que de um album de 8 músicas, só 3 ou 2 prestam. (tirando o Deep Purple, Machine Head, e Burn).
Of Monsters And Men.
Muito foda.
Muito Fofa a vocalista
Letras legais e interessante
É indie, mas quem liga? tanto faz. Acalma qualquer espírito.
E o album inteiro é bom, todas as músicas... sem ser cansativo. E você termina e ainda repete. Esse tipo de atitude só é plausível em poucos albuns do Zappa, Led Zeppelin, Beatles, Mutantes, Nirvana. Enfim, essas boy-bands de modinha. hehehehe.
_____________________________________
Lá Lá Lá Lá Lá (8)
Literatura Natal Now, Ano Novo Only In The Future, Not Now, Stupid Author.
"Está faltando alguém nessa maldita mesa de bar"
- Como?
- eu disse que está faltando alguém nessa maldita mesa de bar
- ...
- eu disse, abre aspas, está faltando alguém nessa maldita mesa de bar, fecha aspas, foi isso que eu disse no começo.
- ah tá, agora sim.
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Mandar e-mail é cada vez mais difícil quando não se tem Facebook (Facebookson). Você perde um tempo do caramba escrevendo muito para pessoas que não te reconhecem como pessoa, porque você não tem Facebook. E é bem provável que o seu e-mail seja apagado antes mesmo de ser lido, pois poderão pensar que é vírus. Afinal, quem é o idiota que manda e-mail hoje em dia?
Por isso, desenvolvi alguns métodos que possam garantir que seu e-mail tenha algumas chances consideráveis de ser lido.
1 - coloque no título alguma coisa que faça com que a pessoa entenda que você está escrevendo, e que não é um vírus com título-modelo. Tá ligado? Escreva o apelido, ou escreva o título de maneira confusa, para ele saber que é escrito por você
2 - sempre verifique se o seu e-mail foi realmente enviado. E se demorar para responder, tente verificar se seu email está atualizado, para não cair na caixa de lixo da pessoa que você deseja que leia seu e-mail natalino.
3 - se essa pessoa receber o e-mail e ler seu email, a primeira frase que deve constar é:
"e aí, véi (véia)... tá demorando para eu fazer facebook....
essa tem que ser a justificativa. Não tenha medo de dizer que é das cavernas, e que Facebook para você é marca de diário onde você coloca sua foto na capa, que é transparente. Saca?
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Admito que não escuto mais bandas novas. Tenho preguiça de ir na internet procurar por novas bandas. Não troco mais informações com pessoas sobre novas músicas. Ficamos sempre na nostalgia de Frank Zappa, Led Zeppelin, Emerson, Lake And Palmer... e assim vai...
Mesmo tendo meu irmão mais velho como "linha tênue" da boa música e da música muito ruim, algumas vezes ele acerta ao baixar alguma bandinha legal. Normalmente ele pega apenas uma música ou 2, nunca um album inteiro. o que eu acho mó tosco. Mas uma bandinha atual, que eu conheci apenas por uma música, me fez querer conhecer mais. E fiquei pasmado, o album inteiro é foda. MUITO BOM MESMO...não é como Deep Purple, que de um album de 8 músicas, só 3 ou 2 prestam. (tirando o Deep Purple, Machine Head, e Burn).
Of Monsters And Men.
Muito foda.
Muito Fofa a vocalista
Letras legais e interessante
É indie, mas quem liga? tanto faz. Acalma qualquer espírito.
E o album inteiro é bom, todas as músicas... sem ser cansativo. E você termina e ainda repete. Esse tipo de atitude só é plausível em poucos albuns do Zappa, Led Zeppelin, Beatles, Mutantes, Nirvana. Enfim, essas boy-bands de modinha. hehehehe.
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Lá Lá Lá Lá Lá (8)
Literatura Natal Now, Ano Novo Only In The Future, Not Now, Stupid Author.
domingo, 9 de dezembro de 2012
Literatura Jurídica Now - I
Em caso de dúvida.
Tente contactar Joaquim Barbosa.
Se você for corrupto; em caso de dúvida... tente fazer de tudo para não ir para última instância. Ou seja, compre todos os votos, suborne todo mundo, ameace, queime arquivo, faça o processo ser lento, burocratize o máximo possível todas as funções que tomam conta de todos os papéis em todos os órgãos públicos possíveis, em todas as instâncias mais variáveis de n²... Você precisa resolver tudo na 1ª instância, ou na 2ª...
Iremos vivenciar uma inversão de prática jurídica. Antes as pessoas "honestas" faziam de tudo para terem seus direitos respeitados nas primeiras instâncias, desejando logo que sua justiça fosse feita. Enquanto isso, os "ladrões" faziam de tudo para que a decisão fosse até o STF, porque assim iria demorar mais, iriam conseguir mais privilégios e no final todo mundo iria se dar bem e etc etc... Com o tempo, os "ladrões" vão fazer de tudo para terminar nas primeiras instâncias, se armando de todo tipo de sacanagem possível. Enquanto que os "honestos" irão lutar para levar tudo à última instância...
Afinal, já tão sabendo né? Se você tá "devendo", e seu nome for parar na prancheta do Joaquim Barbosa, cê tá é fodido! Mesmo que você prove não ser tão bandido assim (como o pessoal do mensalão, que usa o Caixa 2 como defesa; afinal, somos bandidos, mas não tãooo bandidões né?), e não tenha uma grande pena, só o terror do que pode sair dos comentários ácidos do atual presidente do STF, que faz qualquer réu cagar nas calças.
Literatura Free Now - da saga, Literatura no STF.
Tente contactar Joaquim Barbosa.
Se você for corrupto; em caso de dúvida... tente fazer de tudo para não ir para última instância. Ou seja, compre todos os votos, suborne todo mundo, ameace, queime arquivo, faça o processo ser lento, burocratize o máximo possível todas as funções que tomam conta de todos os papéis em todos os órgãos públicos possíveis, em todas as instâncias mais variáveis de n²... Você precisa resolver tudo na 1ª instância, ou na 2ª...
Iremos vivenciar uma inversão de prática jurídica. Antes as pessoas "honestas" faziam de tudo para terem seus direitos respeitados nas primeiras instâncias, desejando logo que sua justiça fosse feita. Enquanto isso, os "ladrões" faziam de tudo para que a decisão fosse até o STF, porque assim iria demorar mais, iriam conseguir mais privilégios e no final todo mundo iria se dar bem e etc etc... Com o tempo, os "ladrões" vão fazer de tudo para terminar nas primeiras instâncias, se armando de todo tipo de sacanagem possível. Enquanto que os "honestos" irão lutar para levar tudo à última instância...
Afinal, já tão sabendo né? Se você tá "devendo", e seu nome for parar na prancheta do Joaquim Barbosa, cê tá é fodido! Mesmo que você prove não ser tão bandido assim (como o pessoal do mensalão, que usa o Caixa 2 como defesa; afinal, somos bandidos, mas não tãooo bandidões né?), e não tenha uma grande pena, só o terror do que pode sair dos comentários ácidos do atual presidente do STF, que faz qualquer réu cagar nas calças.
Literatura Free Now - da saga, Literatura no STF.
domingo, 25 de novembro de 2012
Literatura Free Now - agora é só literatura mesmo.
Faz um tempo que vim aqui, e apenas queria descarregar uma pequena frustração.
Não posso mais postar fotos no blog. Acabou que atingi a cota máxima. Comecei a apagar todas as minhas fotos de Portugal, para dar espaço. Contudo, parece que não adiantou, as fotos foram apagadas, e eu não vou fazer facebook.
Perdi tudo.
pff...
e ainda queria colocar uma foto bem legal.
Não posso mais postar fotos no blog. Acabou que atingi a cota máxima. Comecei a apagar todas as minhas fotos de Portugal, para dar espaço. Contudo, parece que não adiantou, as fotos foram apagadas, e eu não vou fazer facebook.
Perdi tudo.
pff...
e ainda queria colocar uma foto bem legal.
domingo, 9 de setembro de 2012
Literatura Free Now. - O nome da bola
A eleição já teve, é verdade.
o nome Brazuca é uma porcaria. O nome Carnavalesca é simplesmente puro lixo. E, o pior de todos, Bossa Nova, a cara de pau mais cara de pau da plimplim.
Eu não sei se houve pré-votação para chegar no nome dessas três bolas, que disputaram alguma espécie de final de um concurso fajuto e horrível da plimplim.
Carnavalesca e Bossa Nova, para mim, nada mais é do que monopólio cultural ridículo de uma emissora de merda que acha que a porcaria do Rio de Janeiro é o centro cultural do Brasil
obs: não estou dizendo que todo carioca - fluminense - botafoguense, etc. seja imbecil. Estou dizendo que normalmente, quando aparece algum tipo de propaganda própria para definir o Brasil em "uma palavra", o primeiro filhodaputacretino que se pronuncia em pé é alguém do Rio de Janeiro.
Tenho alguns nomes para a bola. Se Bossa Nova e Carnavalesca valem, vou usar nomes de outros espaços também.
Forró
Samba
Maracatu Atômico (ta aí um nome que seria DO CARALHO).
simplesmente, "bola".
Onça pintada
Mico Leão Dourado
Acarajé
Baião de Dois
Tapioca
Mensalão
Corrupção
Estelionato
Latrocínio
Impunidade
Crack
Bunda (chutar a bunda, hehehehe)
Panicat
Chacrete
Paquita
Chiquitita
Vovó Mafalda
Melocoton
Sucata
Desenrolada
Mato
Bicho
Senhor-de-Engenho
Droga
Ditadura Militar
Beija Flor
Terra batida
Ah, ladrão!
Colonizada
Açúcar
Putaria
Raparigueira (isso sim é nome fiel)
Chimarrão
Farrapada
Amazônia
Antropofagia
Patrocínio
Capitalismo
Jeitinho-brasileiro
Arrasta-pé
Risca-faca
Peixeira
pow, é nome pra dedéu... e ainda tem as gírias, mas aí teria que pesquisar cada espaço do Brasil para eleger as melhores. Tipo:
Chica gota
Arre égua
Cabra da Peste
Fi de rapariga
Jeguinalda
Estrupício
e etc. e etc. e etc.
ou então a gente poderia homenagear assassino. Coisa que o Brasil mais ama fazer:
Anhanguera
Costa e Silva
Getúlio
Beira-mar
quem sabe até mesmo zoar com o nome da bola
Silvio Santos
Dercy Gonçalvez
Reginaldo Rossi
Willian Bonner
ou então... Chama logo a bola de "Fúria", porque todo mundo sabe que o Brasil vai levar um sacode, vai passar vergonha, se tornar um desastre, e a Espanha vai ser campeã do mundo, de novo, ÓBVIO.
Literatura Futebol Now.
o nome Brazuca é uma porcaria. O nome Carnavalesca é simplesmente puro lixo. E, o pior de todos, Bossa Nova, a cara de pau mais cara de pau da plimplim.
Eu não sei se houve pré-votação para chegar no nome dessas três bolas, que disputaram alguma espécie de final de um concurso fajuto e horrível da plimplim.
Carnavalesca e Bossa Nova, para mim, nada mais é do que monopólio cultural ridículo de uma emissora de merda que acha que a porcaria do Rio de Janeiro é o centro cultural do Brasil
obs: não estou dizendo que todo carioca - fluminense - botafoguense, etc. seja imbecil. Estou dizendo que normalmente, quando aparece algum tipo de propaganda própria para definir o Brasil em "uma palavra", o primeiro filhodaputacretino que se pronuncia em pé é alguém do Rio de Janeiro.
Tenho alguns nomes para a bola. Se Bossa Nova e Carnavalesca valem, vou usar nomes de outros espaços também.
Forró
Samba
Maracatu Atômico (ta aí um nome que seria DO CARALHO).
simplesmente, "bola".
Onça pintada
Mico Leão Dourado
Acarajé
Baião de Dois
Tapioca
Mensalão
Corrupção
Estelionato
Latrocínio
Impunidade
Crack
Bunda (chutar a bunda, hehehehe)
Panicat
Chacrete
Paquita
Chiquitita
Vovó Mafalda
Melocoton
Sucata
Desenrolada
Mato
Bicho
Senhor-de-Engenho
Droga
Ditadura Militar
Beija Flor
Terra batida
Ah, ladrão!
Colonizada
Açúcar
Putaria
Raparigueira (isso sim é nome fiel)
Chimarrão
Farrapada
Amazônia
Antropofagia
Patrocínio
Capitalismo
Jeitinho-brasileiro
Arrasta-pé
Risca-faca
Peixeira
pow, é nome pra dedéu... e ainda tem as gírias, mas aí teria que pesquisar cada espaço do Brasil para eleger as melhores. Tipo:
Chica gota
Arre égua
Cabra da Peste
Fi de rapariga
Jeguinalda
Estrupício
e etc. e etc. e etc.
ou então a gente poderia homenagear assassino. Coisa que o Brasil mais ama fazer:
Anhanguera
Costa e Silva
Getúlio
Beira-mar
quem sabe até mesmo zoar com o nome da bola
Silvio Santos
Dercy Gonçalvez
Reginaldo Rossi
Willian Bonner
ou então... Chama logo a bola de "Fúria", porque todo mundo sabe que o Brasil vai levar um sacode, vai passar vergonha, se tornar um desastre, e a Espanha vai ser campeã do mundo, de novo, ÓBVIO.
Literatura Futebol Now.
domingo, 5 de agosto de 2012
Literatura Dutch Now. Fotos pontuais da Holanda
Está tarde e quero dormir, vou colocar algumas fotos pontuais da Holanda.
Ruas
Praça
Bicicleta
não tem aqui:
putas
maconha
cocaína
curiosidade: sim, a ultima foto é o "os holandeses no Brasil" do Charles Boxer, tradução holandesa do "The Dutch in Brazil".
curiosidade 2: tem um livro, que eu tirei foto, e chamo ele de "plágio da dissertação do Gian". Pessoal vai entender.
Ruas
Praça
Bicicleta
não tem aqui:
putas
maconha
cocaína
curiosidade: sim, a ultima foto é o "os holandeses no Brasil" do Charles Boxer, tradução holandesa do "The Dutch in Brazil".
curiosidade 2: tem um livro, que eu tirei foto, e chamo ele de "plágio da dissertação do Gian". Pessoal vai entender.
terça-feira, 31 de julho de 2012
domingo, 8 de julho de 2012
Literatura Wood Now - Sintra. Palácio da Pena (digo, todo o espaço da Pena, menos o Palácio)
Pois biene. Eu fui em Sintra, finalmente. Mas não fui no Palácio.
E esse post será escrito com formatação centralizada
porque assim parece até que estou escrevendo
algum poema
ou poesia
nunca aprendi a diferenciar
bem, que seja
também pode lembrar aqueles créditos de starwars
sabe?
quando as letrinhas amarelinhas ficavam passando rumo ao infinito
para que o leitor, ou telespectador, soubesse que o filme iria começar
e que aquelas letrinhas eram feitas para que a namorada do nerd (!!!) soubesse o que se passava
já que ela odiava starwars
e estava ali apenas para garantir um A em matemática e no laboratório de física e química.
Então, acabei me desvirtuando do assunto de Sintra, acho que me empolguei com a formatação centralizada.
sabe de uma coisa? A ABNT deveria deixar a gente escrever artigo acadêmico assim.
ficaria mais cinematográfico.
e quebraria com aquelas normas chatas, mas em termos necessários para agilizar a correção
dar 8-10 para o aluno, e nunca mais ver a cara dele naquela matéria.
No entanto, é confuso escrever assim, só quem vai entender o real significado disso sou eu.
Uma outra pessoa
que quiser ler isso
e tentará ler
mas não lerá
irá reparar e pensar
"que porra é essa!?"
Bem, isso é Sintra, cidade pequena, micro-clima, castelos, museus, extremamente turística, quente-fria-fria-quente. Muito bonita.
Com vocês:
Alex Rolim - No papel de estudante de História que não pesquisa sobre os locais onde vai.
Profª Docª Márcia Mello - No papel de Orientadora em Portugal e consciência-turística de Alex Rolim.
Gustavo Mazelli/Mozelli/Maozzelli (eu sei lá) - No Papel de "mais um brasileiro na Europa".
Ideia original: Prof Doc Márcia Mello
Fotografias: Alex Rolim e Prof Doc Márcia Mello
Post escrito por: Alex Rolim
Agradecimentos: aos EUA, por terem matado Osama Bin Laden e assim impedir qualquer chance de algum ataque terrorista destruir nosso trem.
Aproveitem as fotos. São poucas, porque o Google me disse que eu estourei a capacidade de Gb para armazenamento de arquivos. Enfim, coisas da vida.
Não-agradecimentos: ao Google.
Literatura Free Now - floresta. 10% de Sintra.
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Music Free Now x - a.b 1/2: Sobre Frank Zappa
Existem os comentários na internet em que se discute o caráter "tirânico" de Frank Zappa, como um "general" que mandava na banda. E que por conta disso é que vemos a rotatividade de seu "grupo".
Eu não acredito nisso. Zappa foi um cara que mexia com todas as musicas possíveis. Ele não podia ficar preso apenas a uma banda.
Se você discorda, eu lhe deixo uma pequena observação.
- Por que é que no Zappa in New York eu escuto mais a voz do Terry Bozzio do que a do Zappa?
Literatura Music Free Jazz-fuckin' Now. - Albuns da Torre do Tombo.- Em especial atenção a Punky's Whips (Bozzio), e The Torture Never Stops (Zappa).
Eu não acredito nisso. Zappa foi um cara que mexia com todas as musicas possíveis. Ele não podia ficar preso apenas a uma banda.
Se você discorda, eu lhe deixo uma pequena observação.
- Por que é que no Zappa in New York eu escuto mais a voz do Terry Bozzio do que a do Zappa?
Literatura Music Free Jazz-fuckin' Now. - Albuns da Torre do Tombo.- Em especial atenção a Punky's Whips (Bozzio), e The Torture Never Stops (Zappa).
Literatura Free Now [se "fulano" fosse traduzido para algo numérico, imagine essa número aqui] - Sobre vocabulário Free
Lambisgóia...
hihihihihi
Literatura Free Now - da Série: rindo sozinho na Torre do Tombo. Mesa 15.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Literatura Free Now - Sobre as mamãe
Se as mães, quando estão com raiva, são famosas por bater o pé muito rápido, por que é que elas tiram a sandália para bater na gente ao invés de nos chutar?
Literatura Free Now - ponderações sobre a violência.
Literatura Free Now - ponderações sobre a violência.
domingo, 24 de junho de 2012
Literatura Free Now - O quarto irmão.
Fulano
Beltrano
Cicrano
e...
Tucano?
___
fiquei com medo.
Literatura Free Now. Divagações na Eurocopa
Beltrano
Cicrano
e...
Tucano?
___
fiquei com medo.
Literatura Free Now. Divagações na Eurocopa
Music Free Now - Revisitando Posts II. Parte 2. A continuação. Ou, queremos ganhar mais dinheiro com o sucesso do part I. Sábado, 11 de abril de 2009
Essas 6 pessoas fizeram contribuições enormes para a música (menos ELP, eles foram mais ou menos, tipo assim... 0,1% inovadores) mas alguma coisa mágica hoje me fez pensar que eles são uma combinação perfeita (é... perfeita não, mas é incrivelmente incrível) para se escutar quando se quer apenas ouvir música boa no quarto durante o dia inteiro, e o mais incrível é que mesmo um sábado inteiro em casa pode se transformar em um dia bom com esses 6 rodando no som na ordem certa (essa do título).
Me fez até ter vontade de estudar.
Para quem ficou curioso deixarei uma lista para ser escutada.
Gustav Mahler - Symphony No. 2 'Resurrection' (Haitink,Heynis, Ameling) movimentos I-V
Emerson, Lake & Palmer - Suíte Tarkus
Shostakovich - Concerto Para Piano No.1 Para Trompete & Cordas Em C Menor Op.35
Frank Zappa - Roxy & Elsewhere
Allegro Free... hum, nada a declarar, apenas para escutar.
(não reparem na minha montagem ultra malfeita no paint)
Me fez até ter vontade de estudar.
Para quem ficou curioso deixarei uma lista para ser escutada.
Gustav Mahler - Symphony No. 2 'Resurrection' (Haitink,Heynis, Ameling) movimentos I-V
Emerson, Lake & Palmer - Suíte Tarkus
Shostakovich - Concerto Para Piano No.1 Para Trompete & Cordas Em C Menor Op.35
Frank Zappa - Roxy & Elsewhere
Allegro Free... hum, nada a declarar, apenas para escutar.
(não reparem na minha montagem ultra malfeita no paint)
Literatura Free Now - Revisitando posts.
Estava passeando pelo meu antigo blog: http://montepitaoeseusministros.blogspot.com
[sim, é ideia aportuguesada de Monty Python. Qual o problema? Se você não se ligou que Literatura Free Now veio de Apocalypse Now, você é muito burro!]
Enfim, re-postarei um post que tinha escrito faz tempo, que acabei chamando de Literatura Free VIII. Isso na época que eu tentava lançar a Literatura Free, antes de ser now! E caso não saibam, eu assisti Apocalypse Now faz mais de 5 anos, e a versão do diretor.
Pois bem, lanço o post:
___________________________
[sim, é ideia aportuguesada de Monty Python. Qual o problema? Se você não se ligou que Literatura Free Now veio de Apocalypse Now, você é muito burro!]
Enfim, re-postarei um post que tinha escrito faz tempo, que acabei chamando de Literatura Free VIII. Isso na época que eu tentava lançar a Literatura Free, antes de ser now! E caso não saibam, eu assisti Apocalypse Now faz mais de 5 anos, e a versão do diretor.
Pois bem, lanço o post:
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[Faz 15 min que eu fiz um post de quase 50 linhas sobre "dormir" nesse blog. acabei de deletar, um lixo, digno de uma porcaria. Vergonha da nação. No lugar do antigo post, colocarei aqui essa nota entre colchetes para representar que a Literatura Free acabou não sendo algo tão Free assim. Pois mesmo escrevendo sem parar, apenas seguindo a linha de raciocínio de puxar um assunto atrás do outro ao decorrer do seu texto ("eita, isso me lembrou algo"), também tenho noção do que deve ou não deve ser engavetado. às vezes você pensa algo, começa a escrever, a ideia sai outra e você pensa: "porra, que porcaria distorcida, ambígua, desnecessária e totalmente instável". Não me acho um escritor fodão, como se alguma frase minha fosse ser apoderada por alguém que visasse destruir o mundo. Nietzsche [para citar um deles] sairia de sua tumba e iria me aterrorizar caso eu dissesse isso. Na verdade eu queria apenas informar que mesmo escrever sem parar também tem seus perigos, e certas contradições devem ser engavetadas antes de ir ao mundo. Nietzsche fez isso. Mas ele era Nietzsche. Cujo fantasma eu faria questão de ter como amigo. Imaginem, ser assombrado por Nietzsche. Porra, iria ser muito foda. E isso dá em conto. Olha aí. Uma ideia que veio de algo escrito para representar uma ideia e acabou virando outra. Por quê eu escrevi que teria medo do fantasma de Nietzsche se eu adoraria conversar um pouco com ele? Acho que isso são restos fortes de uma base de cimento criada pelas estórias e idiotices que aprendemos quando somos crianças. sobre medo de fantasma, curupira, bruxa, cavaleiro sem cabeça, saci, caipora, etc... Pois bem, acabei de eleger Nietzsche como meu amigo imaginário. Ah não... isso já existe: se chama Jesse Custer e seu amigo é o John Wayne. Ah, droga, apesar de jurar que seria original, não sabia que no fundo do meu inconsciente essa ideia já tinha sido usada. Se bem que, tal pensamento também pode ser distorcido, tipo: Nietzsche voando 24hr por dia ao meu lado conversando potoca e discutindo em plena praça pública, no ônibus, tratando sobre a genealogia, nossos ídolos e a cultura ocidental de culpa e...
Mas espera aí? o que eu estou dizendo? Para quê eu preciso de um fantasma de Nietzsche ao meu lado? Eu tenho outras pessoas para discutir sobre isso, mais vivas e interessantes. Isso para mim. Mas quem sabe um dia eu pegue essa ideia e leve pra frente na hora de escrever algum conto. Com certeza é algo Freak-Pop-Pós-Moderno interessante. Que teria altas chances de se tornar um desastre total!...]
__________
Sobre o fantasma de Nietzsche conversar comigo no meio da rua, me fez lembrar de outro post do Montepitaoeseusministros:
"(...) blá blá blá blá blá blá, escrevo para não ficar falando sozinho no meio da rua... blá blá blá (...)"
Acho que escrevo para afastar Nietzsche, ou outro fantasma, de mim.
sábado, 23 de junho de 2012
Literatura Free Now - O impossível acontece: paquerar Carlota Joaquina
Esse post é para minha mamãe.
Como todos sabem, eu fui no Palácio da Ajuda. Faz um tempo. Durante um bom tempo minha mãe imaginou que eu tinha ido no Palácio de Queluz, só que ela tava enganada, e pediu para eu ir para o Palácio de Queluz. E lá fui eu no Palácio de Queluz.
A parada é a seguinte:
Palácio da Ajuda - o mais irado de todos porque é gigante e tem dois andares e muito mais salas e tudo de irado. Mas sem jardim interessante.
Casa dos Braganças - Palácio pequeno com jardim pequeno. (antes que alguem reclame de foto, lá não podia tirar foto. É espaço privado, não tira foto, e o mais idiota, não vendem fotos. O que é esquisito. No mundo capitalista do terror, alguns locais não deixam as pessoas tirarem fotos para assim eles mesmo venderem seus cartõezinhos postais com as fotos do local; na casa dos Braganças não pode tirar foto e não tem cartão postal para vender. Ou seja, ou você vai lá, ou você vai lá, fim de papo. A única coisa interessante que vende lá é o livro da Mafalda Soares da Cunha, e ainda é caro pra cacete!)
Palácio de Queluz - Palácio médio, e com jardim gigante.
Como sempre, eu não vou contar historinha do Palácio. Eu só vou fazer duas observações.
1 - tem um quadro, que vocês irão ver, da Carlota Joaquina. Poxa, ela tá gatona. Eu paquerei. Mas ela não ganha da Lady Elizabeth Conyngham, que está no museu da Calouste Gulbenkian.
obs para obs 1: eu nunca fui de ficar parado na frente de um quadro. Nem em escultura. Normalmente eu fico parado na frente de um amplo espaço, como um quarto ou uma sala, ou um prédio inteiro. Gosto de ver florestas e bosques, não consigo enxergar folhas nem flores. Mas, a Lady Elizabeth Conyngham da Calouste Gulbenkian me fez ficar estático. Nunca tinha sentido nada parecido em toda a minha vida.
Não, minto.
obs da obs para obs 1: o único sentimento "estático" que me fez ficar parado e boquiaberto foi o final de Jogos Mortais I. Eu simplesmente travei e não consegui me mexer.
voltando...
2 - Dom João VI, ao contrário de Carlota Joaquina, não tem salvação. É feio em TUDO. Não tem versão de Photoshop atual que faça aquele homem ficar bonito. A Carlota Joaquina era feia, mas pelo menos ela tem UM!!... pelo menos UM quadro em que ficou bonita. Dom João é uma negação em TODOS!
3 - Uma das fotos eu estou apontando para uma estátua. Na verdade eu queria dar ênfase no ato da criança da estátua estar apertando a bunda da mãe. Muito comédia.
4 - Acabei escrevendo 3 observações. Com essa, 4. 4 Observações, sendo que a 4ª na verdade é uma observação por conta da minha 3ª observação que vai de encontro com o que eu tinha na - vamos chamar assim - observação "Zero" - o início das observações.
obs para obs 4: a Observação para a obs 1. Assim como a Obs da Obs para a Obs 1 não contam como Observações. Vamos enquadrá-las como "obs 1,5 e obs 1,99".
obs da obs para obs 4: a Observação para a Observação 4 não conta também. Vamos chamá-la de "obs 4,5". Assim como essa será a "obs 4,99".
5 - A observação 5ª vai ser a observação 5ª. Vamos chamá-la de Observação final. Pois estou dando a observação para o leitor que agora estou terminando o post.
Aproveitem as fotos. Observem com atenção.
Literatura Free Now. Observações sobre Carlota Joaquina.
domingo, 17 de junho de 2012
Literatura Free Now - a referência bibliográfica mais overpower do mundo.
J. Van Klaveren. "Die historische Erscheinung der Korruption, in ihrem Zusammenhang mit der Staats-und Gesellschaftsstruktr bretrachtet". In: Viertljahrschrift für Sozial-und Wirtschaftsgeschichte. XLIV (1957) e XLV (1958).
Arquitetura Free Now - Castelo e Forte.
Já fiz post para John Von Nepa e Luany (museu de arqueologia. pedras). Também fiz para Karol (praia). Esse é para Arthur de Curbellos.
Fui em Elvas essa sexta feira. Aproveitei e passei rápido em Vila Viçosa. E, por incrível que pareça, dei um pulo na Espanha, em Badajós (de acordo com o Miguel, espanhol que mora na residência onde eu estou hospedado, se fala "Badahófl". algo parecido). (ou seja, posso não ter visitado Madrid nem Barcelona, mas fui na Espanha e a única frase em espanhol que falei foi "buenos dias" para o tio simpático da farmácia).
Tirei várias fotos, inúmeras fotos. Mas decidi colocar aqui apenas as fotos do fortes e das arquiteturas militares das duas cidades. Que é o que realmente interessa e o que era mais interessante. Eu não tenho notas para colocar porque visitei praticamente sozinho, não tem plaquinha, nem guia turístico, e nem posto de informações. Por isso, se conformem, eu sou o pior turista do mundo. Estudo história e tou pouco me lixando para os locais onde eu vou, odeio carregar quilos de papel e estou mais preocupado em analisar o espaço e a arquitetura do local. Por mim, pode se f***r o rei português heróico-que-conquistou-portugal-dos-mouros-e-assim-garantiu-a-paz-e-prosperidade-da-população, somando-se com o fato de que o rei era um cavaleiro-da-justiça-que-lutava-contra-aqueles-que-ameaçavam-a-sua-soberania. e blá-blá-blá. Alguns panfletos são interessantes porque nos dizem alguns fatos essenciais, como as datas de construção, destruição-parcial, reconstrução, batalhas, abandono, perda, reconquista. Mas, como eu não pego nada disso, vão na internet. É só digitar as cidades (Vila Viçosa. Elvas) e ver as datas e informações.
O mais interessante de Elvas é que a cidade é fronteira com a Espanha, tem 3 fortes, e a vila "primitiva-oficial-principal-inicial" se encontra dentro de uma muralha que foi baseada em arquitetura militar holandesa. Mas, como eu já disse: vão na internet.
enfim, post dedicado a Arthur Curvelo, que gosta dessas paradas militares.
ps1: vocês tem que abaixar mais a página do blog para saberem depois quando é que muda as fotos de Vila Viçosa para Elvas.
ps2: também tem umas fotinhas de escavação romana, algo do gênero. Enfim, outra homenagem para João e Luany e Erine. (acho que no post sobre o museu de arqueologia eu não mencionei ela. Então, agora eu menciono)
ps3: Feliz aniversário, Boss.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Literatura Free Now. Cascais. Sem notas.
As pessoas só gostam de fotos e vão reparar em meus suspensórios. Então. Sem notas. já que eu tenho preguiça. =D
sábado, 26 de maio de 2012
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Palácio da Ajuda - Cemitério da Ajuda - Arquivo Histórico Ultramarino: A volta dos que não foram...
já faz um bom tempo que eu postei aqui a minha visita ao Palácio da Ajuda.
Bem... de novo eu fui lá. mas desta vez para usufruir da biblioteca e fazer meu cartão de leitor e consultar alguns usuais (catálogos de documentos e obras disponíveis).
A biblioteca é linda, simplesmente lindona. Não é um arquivo moderno e fodão como uma Torre do Tombo. É um espaço até mesmo aconchegante, mesinhas pequenas, apoios, luvinhas, cadeirinhas de madeira com estofado, livros por todos os lados, detalhes, pinturas. Não tirei foto, mas outro dia irei tirar.
Depois da biblioteca fomos até o cemitério da ajuda. Nada de extraordinário. Pensávamos que era mais bonitão e interessante. ele até que é bem simples.
ps: tem uma foto em que eu e a Roberta estamos fazendo a pose "sangue nos zóio!"... no meio do cemitério. sem medo de maldições. Pior do que maldição foi a gente contando piada de português e com medo de algum morto se zangar e sair da cova para tirar satisfação com a gente.
depois do almoço fomos para o AHU... aquele local onde só se conhece pela sigla. Mas aqui e agora eu já posso falar: "Eu fui e estou indo no Arquivo Histórico Ultramarino". É um local até mesmo simples. Nos moldes de um arquivo "brasileiro"... ou seja.. um prédio antigo reformado e restaurado que virou local cultural. Dá para ver que ele foi adaptado, e não construído, para ser um Arquivo.
depois de passar a tarde inteira no AHU (acho que vou usar a sigla mesmo, vou nada perder tempo escrevendo o nome do arquivo inteiro. Se bem que escrever essa nota entre parênteses custou mais tempo e palavras do que ter escrito o nome AHU por extenso) ...e agora fiquei com peso na consciência... vou começar de novo, sem arrependimentos.
depois de passar a tarde inteira no Arquivo Histórico Ultramarino fomos para o bairro alto. baixa-chiado. eu sei lá. o centro boêmio de Lisboa. Com bares, pubs, locais de show, apresentações, casas com roupas no varal, motos vespas, cachorrinhos, turistas engraçados. Depois de comer e beber fomos todos embora.. e tiramos algumas fotos do local pelo horário da noite.
pausa para diálogo do dia:
ROBERTA: então... vamos brindar pelo que?
MÁRCIA: apenas brinda logo.
ALEX: um brinde porque amanhã ainda é quinta feira e teremos mais pesquisas nos arquivos porque hoje não é sábado!
ROBERTA, MÁRCIA, ALEX: um brinde!
ainda era quarta feira. e era para eu ter ido à aula. só não me perguntem qual era o texto.
enfim, aproveitem as fotos. tem duas que estão tortas porque eu esqueci de ajeitar, se virem aí (literalmente).
domingo, 29 de abril de 2012
Meteorologia Literária Free Now - Notas sobre Sol, Chuva, Livros...
82º feira do livro em Lisboa. iêêê. Livros, e mais livros, e mais livros. Livros pra cacete. E o melhor (coisa que não tem na Bienal de Alagoas):
Permitido Alfarrabistas.
Eram poucos, é verdade, acho que uns 10. só 2 tinham livros interessantes de História. Nenhum me interessava. Coisas da vida.
Enfim, tenho que falar sobre "notas de Sol e Chuva".
Lisboa está na primaveira... iêêêêê.... está chovendo direto durante 2 semanas sem parar e o dia começa cinza e termina cinza. Essa palhaçada de todo mundo querer ser a Inglaterra já está me enchendo o saco. O dia é inteiramente cinzento.
Mas, nas fotos, vocês podem ver que a primeira tem o céu azul bonito, né? mas depois começa a ficar tudo cinza. Aqui é assim. Lisboa venta muito, então, o céu abre, depois fecha em um instante, e vem chuva, aí pára, aí abre só mais um pouquinho de nada, aí fecha de novo, e chove pra caramba. E nós ficamos umas 15 da tarde num clima de 15graus (o que para algumas pessoas do Brasil está de boa, mas para mim, nordestino, isso não tem cabimento nenhum de normalidade).
12-15 da tarde: 15-14 graus.
20 da noite: Céu azul com SOL.
ISSO TEM CABIMENTO? ARGHHHH... e a tendência é que tenhamos sol até às 21:00
não, é difícil aguentar... minha mente simplória não consegue entender. Eu quero voltar para meu lugarzinho no nordeste com 32graus às 13:00 e de noite com estrelas às 17:40.
Enfim, acho que alguns outros esclarecimentos devem ser feitos. Tipo: "quem são essas duas?".
"A de roxo" é a Prof. Márcia Mello, lá da Universidade Federal do Amazonas.
"A de laranja" é Roberta Franco[?], doutoranda em Letras.
Nosso QG é a Torre do Tombo.
Pronto, está feito o esclarecimento.
O engraçado é que ninguém me pediu esclarecimento nenhum, já que ninguém mais lê esse blog. hahahahaha. viu? eu sabia que fazer Facebook era inútil! =D
obs: eu estava com 3 camisas e um casaco. - informação inútil, mas é só para avisar que esse céuzinho azulzinho bonitinho fofinho esconde um frio do cacete!
obs2: a feira foi na praça .... fulano IV eu acho. HAHAHAHA... fica na Marquês de Pombal. Na 3ª foto você pode ver estátua lá no fundo.
obs3: as últimas fotos foram tiradas no armazém do chiado, lá no sítio (bairro) chamado "baixa-chiado"... era um espaço de comer... um anexo da praça de alimentação.
obs4: a foto em que eu estou lendo não foi espontânea, foi pura pose mesmo. eu nem sei o que estava lendo.
obs5: a foto em que eu estou "explicando" o livro também foi pose. tipo.. dããã... deixa para lá.
obs6: hoje eu fiz a barba. - informação inútil sobre nada explicando porcaria nenhuma.
Literatura Free Now - "Sou brasileiro, sou movido a energia solar"
domingo, 22 de abril de 2012
Literatura Green Now. - Calouste Gulbenkian e o seu mato.
Pois bem, faz tempo, não? Bem, eu, sinceramente, estou com preguiça de postar, e de escrever. Outro dia eu falo do dia hoje. Só vou dizer que as fotos hoje foram tiradas no Museu e Jardim da Calouste Gulbenkian. Muito irado e calmo e bonito.
aproveitem as fotos.
sábado, 31 de março de 2012
Literatura Free Now. Notas do cotidiano de Lisboa: Diálogo do bêbado no Arquivo Nacional Torre do Tombo
Todos os arquivos tem figuras interessantes. Você entra em um arquivo e já consegue ver os personagens principais daquele arquivo. Os que estão sempre ali. Os que dão vida ao arquivo. Os que mantém uma certa dinâmica no ambiente. Os que estão sempre em contraste com os outros pesquisadores comum, que estão ali, possivelmente, obrigados por algum trabalho acadêmico cujo interesse é zero.
Essa é a história do bêbado:
_________
Ele estava cabisbaixo, meio zonzo, mas não tirava os olhos do laptop e nem do documento.
-Senhooor... - Disse o funcionário, tocando-lhe o ombro.
-Gruhujgrunff...
- Senhor, estamos fechando.
- Daqui... daqui... daqui eu não saio.
- Você precisa, senhor. Está tarde.
- E-e-eu não vou sair. Me traz mais um documento. - Diz o bêbado, ainda cabisbaixo, sem tirar os olhos do documento, e sem olhar pra o funcionário.
- Eu não posso trazer mais nenhum documento, você precisa ir para casa, pode deixar que eu chamo um táxi para o senhor.
- Eu não quero táxi, com quem você pensa que está conversando? - vira-se o bêbado para o funcionário... olhando-o nos olhos e levantando a mão, com o dedo indicador bem levantado, como se tivesse invocando os grandes pensadores ocidentais e atemporais que todo mundo conhece...
O bêbado continua
-... você sabe de quem eu sou orientando?
- Não, senhor - Responde o funcionário, já mal-humorado. - ... e não me interessa seu orientador.
- ...
Dois minutos olhando atentamente nos olhos do funcionário.
- você tem sorte... você tem sorte d'eu não chamar meu orientador para vir aqui.
- Senhor, mesmo se ele viesse aqui, ele não entraria, estamos fechando.
- Pois não vai fechar não... eu sou dono desse cabaré!!.. eu tou pagando!!!
- você não paga nada, senhor. O serviço é gratuito.
- E aquele 1 euro que eu coloco no cacifo, todos os dias?
- quando o senhor abre o cacifo, senhor, a moeda cai e você a pega de volta.
O bêbado então, fica parado, seus olhos estão olhando pra frente, óbvio, mas ele ficou tão desligado, mas tão desligado, que mentalmente seus olhos estava olhando pra dentro. Depois de 1 minuto ele disse.
- Eu sabia... eu sabia que tinha algo estranho ali.
- Eu sei que é uma pena, senhor. Mas precisar ir embora
O choro começa a tomar conta da conversa.
- Você não tem coração, sabia? Seu monstro. Tudo que eu quero é só mais um documento.
- Mas senhor...
- Não... está tudo bem.. você tem que ir para casa. Para sua esposa, que te ama. Tudo bem... expulse o bebum, o divorciado. Ria de mim, só porque eu tomo banho aqui na pia do banheiro. Eu nem causo tanto constrangimento.
- Mas senhor. todos os dias você chega aqui 9:40 e só sai daqui 19:30... sua única pausa é para almoçar... ontem o segurança teve que te dar um golpe de karatê para você desmaiar.
O bêbado então pára de novo, e novamente olha para o seu interior.
- ... ........ Pensei que tinha caído no sono.
- Você sempre sai machucado, senhor.
- E daí?? e daí?? tem problema uma pessoa gostar de fazer isso que eu faço?
- Senhor, me desculpe, mas você precisa de ajuda.
- Esta me chamando de doente? está me chamando de doente??
Ele então se levanta da cadeira, cambalea... olha ao redor do arquivo, observa as mesas vazias, sem documentos, sem maços, sem jornais, sem livros... então...
Oh, caro leitor...
ele se joga nos ombros do funcionário e começa a chorar.
- Não me expulse, cara, por favor, eu imploro. Eu sou um viciado. Eu preciso de ajuda.
- Está tudo bem, senhor, vamos chamar um táxi, ligar para sua casa.
- Ei.
- Oi.
- Eu já te falei do GEAC?
- Sim senhor, ontem. É o seu grupo de Alagoas Colonial.
- Não... não... ... ... ... ... não.... não...
Maior característica do bêbado: negar uma vez, e ter a incrível capacidade de travar na negação. O engraçado é que nenhum bêbado consegue travar numa afirmação. Bêbado só consegue falar "não"...
- não... ... ... o GEAC é o grupo de estudos América Colonial. Aí.. dentro do GEAC de américa colonial tem o GEAC que é grupo de estudos Alagoas colonial. Entende? é diferente.
- Sim. Entendi.
Maior característica de uma pessoa sóbria conversando com um bêbado: dizer "sim" para tudo, para poder concordar com o bêbado em tudo e assim evitar os travamentos de "não" dos bêbados. Mas, é uma jogada arriscada, porque pode acontecer com um bêbado paranóico-carente. Daqueles que odeiam ser mimados. Pode ser uma armadilha.
Era uma armadilha.
- Não... não... não... você não entendeu.
- Eu entendi sim, senhor.
- não.. você só está falando isso para eu me sentir confortável e assim ir embora. Mas eu quero a saidera.
- Não pode, senhor... temos que ir embora, já estou aqui com o senhor faz 15 min.
- A saidera, meu amigo... vamos láááá... vamos láááaááá... eu pago.. você me acompanha no último documento?
- <>... está bem, qual o documento?
- Há... é isso aí... você é o cara... grande potência... cabra macho. Marrento. Gente fina. Presença. Arretado. Raparigueiro todo. Sangue-bom. Meu bróder. Meu peixe. irmãozinho...
- O senhor queria me desculpar, senhor. Mas eu não estou entendendo completamente nada do que você está falando. Por algum acaso você está me ofendendo?
Nisso, chega o gerente do arquivo.
- Que palhaçada é essa?
- Esse senhor estava paleografando, mas não quer ir embora.
- Ele volta amanhã, ora pois. Ele está aqui desde que horas?
- Hoje? desde às 10:13.
- Pois. Chame um táxi.
- EI... eii... não discutam entre si por minha causa. Pode deixar que eu vou embora. Não quero que pessoas tão legais como vocês briguem. Vocês... vocês.. vocês são meus amigos.
- Sim... sim.. volte amanhã, certo?
- Amo vocês, caras.
- Vai embora, bebum.. venha.. eu mostro a saída.
Então o gerente foi levando o bêbado até a saída... ouvindo o bêbado melancólico e solitário.
- eu posso voltar amanhã né?
- sim, pode sim.. infelizmente nossos incentivos culturais fazem desse lugar um espaço gratuito para a sociedade. Uma pena.
- amanhã você paleografa uma comigo, certo?
- Claro, claro... somos amigos, certo? amanhã iremos paleografar um documento juntos.
E ele voltou.
Essa história não é verídica.
________
Próximo post. A história do monge que recita mantras indecifráveis enquanto caminha pelo arquivo com documentos debaixo dos braços e arrastando os pés durante o andar.
domingo, 25 de março de 2012
Literatura Free Now. Exercício de poema simples, mas tão simples, tão simples mesmo, que não representa nada para a Literatura Free Now. É um paradoxo
Quem não cola
não sai da escola
passa o dia todo bebendo coca-cola
ou pega o dinheiro e cola com cola
e dá de presente para um cheira cola
Andando na rua tem alguém na minha cola
eu entro no supermercado para comprar uma sacola
ele logo percebe e de mim descola
e eu vou correndo para a minha escola
Literatura Free Now. A troca dos poemas terminados com "ão" por terminados com "cola".
quinta-feira, 22 de março de 2012
Literatura Free Now. A História de Coffee-Zombie, o operário de uma usina nuclear desativada por um acidente atômico.
Coffee-Zombie não acorda. Coffee-Zombie não dorme. Coffee-Zombie não toma café da manhã. Coffee-Zombie não precisa se preocupar com horário do expediente. Coffee-Zombie não sabe o que é atraso. Coffee-Zombie nunca viu a luz do sol. Coffee-Zombie trabalha 24horas - 7 dias por semana - 365 dias ao ano. Coffee-Zombie é o melhor operário do mundo. Coffee-Zombie não recebe salário e nem faz parte de sindicato.
Mas.
- Puta que pariu...!
Coffee-Zombie precisa de café para viver.
- Qual o problema? Coffee-Zombie?
- O café acabou!
- Você chama isso de café?
- É claro! pode ser verde, mas ainda é café.
- Mas não tem gosto de nada.
- Claro que tem.
Com isso, chega uma Zombie-Woman para atrapalhar a conversa:
- Meu batom está bonito hoje? Eu tenho o pressentimento que a periguete da sessão de apertadores de parafusos está tentando me copiar, porque no mínimo me acha super bonita. Aquela baranga.
- Por que você se importa com batom? Você só tem metade do lábio superior e metade do lábio inferior. É impossível analisar isso esteticamente.
- Humpf... homens... não sabem o valor da beleza. Se você não fosse tão ligado com a moda, não usaria chapéu, já que você não tem cabelo...
- Pois é, CZ, ela dessa vez te pegou.
[Coffee-Zombie era famoso por ser conhecido por CZ, o que deixava ele com um ar meio de descolado e de operário radical.]
- Essa conversa não tem nem pé e nem cabeça. Somos zumbis, trabalhando em uma usina de radiotividade que deveria estar desativada, por que devemos nos preocupar com belezas?
- Bem, isso não é problema nosso. O governo sabe que essa usina não pode desativada. Nós estamos aqui para fazê-la funcionar escondida. O Capital que essa usina gera é totalmente invisível para as Finanças do Estado mas completamente visível e palpável para os bolsos gordos dos homens de paletó...
- Hum... paletó.. - falou baixo Coffee-Zombie.
- Sim, paletó, aqueles que estão no comando, e que...
- Eu fico bem de paletó? - pergunta Coffee-Zombie para a Zombie Woman.
- Não sei, CZ, só se combinar com o chapéu.
- Entendo...
- Ei, ei... tem alguém aqui prestando atenção em mim?
- Oi?
- Eu estava falando sobre a nossa situação de classe aqui.
- Nossa o que? - Perguntou a Zombie-Woman
- Situação de classe...
- Classe? Ah, eu sou uma mulher de classe, digo, uma Zombie, visto que sou invejada esteticamente por outras barangas e piriguetes. Como foi que disse aquele filósofo? "A inveja deles é a velocidade do meu sucesso". Acho que foi Descartes.
- Pow, gostei. Profundo. Vou tatuar essa frase nas minhas costas.
- Não... nãoo... você não pode tatuar nada, Coffee-Zombie, sua pele já está caindo faz 2 meses. Como você quer escrever algo aí?
- Nem pensei nisso.
Nessa hora, toca o alarme, todos os operários tem que voltar ao trabalho [o que é totalmente esquisito, pois são todos zumbis e podem trabalhar incansavelmente sem parar durante anos, eles são máquinas perfeitas (exceto quando o braço de um cai na esteira de embalagem de biscoitos). Mas, todos nós sabemos o quanto os burgueses capitalistas empresariais tem um senso de humor altamente refinado. Tem algo mais engraçado do que perder alguns milhões só para ter o prazer de rir de operários com 20 min de descanso? Visto que eles não precisam disso? Podemos dizer que esses milhões desperdiçados a longo prazo é como se fosse o pagamento para se divertirem às custas da criação de uma nova classe].
- Droga, eu fiquei sem café.
- Isso não é café, CZ!!
- Ei, esse batom fica bom ou não? Vocês não responderam!
- Fica pra próxima.
Quando os dois zombies vão se afastando, o amigo de Coffee-Zombie vira-se para ele e diz:
- Temos que dar um nome à ela.
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Literatura Free Now. Ecos do pesadelo de Chernobyl, Fukushima, etc...
domingo, 18 de março de 2012
Literatura Free Now. Mais notas sobre arquitetura e Igreja. Argh!!
Pois bem, cá estou eu aqui de novo novamente. Para postar mais fotos e falar do dia de hoje.
O dia de hoje, pela manhã, foi meio confuso. Eu e as meninas iríamos visitar a Alfama (bairro), mas a nossa principal meta era a Feira da Ladra. Acabou que a feira era fechada em dia de domingo (só abre sábado e terça).
Pois bem, em primeiro lugar, fomos ao Panteão de Lisboa, uma igreja que, vendo pelo exterior, parece pequena... mas quando você entra... uau! é gigante e irada. Lá estavam vários túmulos, em estilo "corpo ausente", ou seja, eram túmulos simbólicos para portugueses "ilustres". Sinceramente, eu não estava NEM AÍ! fiquei mesmo fascinado foi com a arquitetura. Engraçado é que estava uma música no ar, um orgão gótico medonho bem bachiano. Porra, eu sai subindo as escadas e correndo atrás desse orgão, podendo jurar que tinha alguem tocando ele. eu estava hipnotizado. Acabou que não era nada, só música de fundo. hehehehe.
Depois do Panteão, fomos caminhando para a Igreja do Convento do... do... esqueci o nome (eu tenho a foto com o nome, mas estou com preguiça de olhar). Enfim, outra igreja bonita, grande, e bem ornamentada. Fiquei meio preguiçoso para tirar foto (sério, arte sacra às vezes abusa!). Então eu apenas filmei a Igreja, quando chegar em Maceió eu mostro.
Após a Igreja do.. do... (ah, dane-se!)... fomos caminhando até um miradouro (bem sem graça, por sinal, prefiro mil vezes o Domo do Panteão), la começou a fazer frio e foi nessa hora que nos separamos (Eu e Ingrid pegamos o elétrico [bondinho] para irmos embora enquanto que Vivian e Silvana foram para o Castelo de São Jorge).
Durante o percurso para chegar na praça da figueira, eu e Ingrid encontramos um grupo de turistas caminhando pelas calçadas (mas eram muitos turistas mesmoooo, parecia procissão). E, como bons brasileiros que somos, lá fomos nós, desistir de ir para casa, para descer no ponto dos turistas e ver o que raios eles estavam fazendo ali.
Era outra Igreja.
E lá fui eu, de novo, tirar fotos e filmar. Mas, por fato interessante, eu filmei uma missa e o CORO cantando. Ou seja, a Igreja era mais dinâmica que as outras =D. Depois acabamos entrando no Museu do Santo Antônio, que era pequeneninho, bem simples. Tiramos algumas fotos e de novo fomos pegar o elétrico para irmos embora.
Fui pra casa. Almocei. E liguei para Ingrid de novo.
- Alô.
- Alô, Ingrid.
- Oi.
- Hoje é aniversário da Nayara, e ela não pôde sair com a gente hoje, temos que ir visitar ela.
depois de muito blá blá blá... tive que ligar para Nayara, saber qual autocarro pegar para visitar ela, e assim todos (inclusive o Jefferson, que é bolsista da UFAL também mas acabou vindo antes de nós) iríamos passar um pouco pelo bairro da Alcântara e na "orla" do Rio Tejo.
Passeamos, presenciamos uma propaganda de alguma coisa, que não faço a menor ideia do que era. Mas era bem TOSCA.
Era tipo assim:
tinha um bugre (buggy) "estacionado" na orla. 3 modelos adolescentes magras de doer com roupas de banho (num frio de 12º), e um monte de jovem figurantes recrutados na hora.
A peça consistia no seguinte:
Tocava uma música de balada eletrônica. Os jovens figurantes dançavam feitos retardados enquanto as três modelos dançavam e faziam poses em cima do bugre.
E não, as poses não eram sensuais. As meninas subiam, e fingiam que estavam dirigindo, e subia e "dançava" em cima do bugre. Mas tipo, todas duras. Com medo de bater no bugre, de cair do bugre, de esbarrar na companheira. Puta merda, essa galera não sabe que para modelo dançar com naturalidade tem que embebedar ou drogar as meninas? Enquanto as modelos praticamente pareciam robôs, os jovens continuavam dançando feito retardados.
Fomos embora, era apelação demais para nossas mentes e olhos conservadores brasileiros.
Passeamos, voltamos, peguei meu autocarro e vim pra casa. tudo normal e tudo simples.
observação 1: *... Algumas fotos eu tirei da paisagem e sempre com alguem nela (normalmente as meninas), eu fiz isso para vocês terem uma ideia da dimensão do tamanho das paredes, das Igrejas, do chão, de tudo. Quando eu entrei no Panteão, que tirei as primeiras fotos, eu pensei: "poxa, parece que é pequeno, que aqui é simples"... então, comecei a tirar fotos com pessoas caminhando na minha frente, para vocês terem a ideia do tamanho do espaço.
observação 2: *... Tem outras fotos de uma rua "moderna", bem larga. É a avenida perto da minha residência. Eu até agora não postei nenhuma foto de nada perto de onde eu estou morando. Hahahaha. Logo logo eu tiro umas fotos da minha vizinhança. =D
aproveitem as fotos.
Ficou engraçado essa foto ter sido a última. E, de fato, ela é a ultima foto do album de hoje. hehehehe.
Literatura Mix-Activity-Day Free Now ... [O.o]
domingo, 11 de março de 2012
Mentir é feio né? Então eu vou dizer a verdade.
Não estou nem afim de escrever um post aqui. A prova disso é que esse post não terá título, porque estou com preguiça de colocar o cursor do mouse (aqui em Portugal se diz rato, HAHAHAHA, que merda...) lá no box do título.
Enfim, meu dia de hoje foi simples. Puro passeio na parte baixa da cidade, a que foi destruída no terremoto de 1755, e reconstruída por Pombal, the Motherfucker.
A ideia principal era visitar um elevador antigão, e muito fodão, construído em 1902. (sério, me desculpem, tinha um monte de plaquinha falando da história do elevador, mas eu estava morrendo de sono e preguiça de tirar foto ou ler sobre a história do elevador. Então, pesquisem na internet, eu só queria tirar foto da vista e passear. Meu lado historiador tinha ficado em casa dormindo, hoje eu acordei arquiteto urbano).
A outra ideia era visitar as ruínas de uma Igreja, convento, eu sei lá. que foi atingida pelo terremoto, destruída em parte, mas com as ruínas ainda vivas. Eu não sei direito a história, e nem posso arriscar, porque a Igreja estava fechada, então não pude tirar foto de interior, só do exterior (vocês vão identificar as fotos).
Como a Igreja estava fechada, fomos caminhar pelo bairro, tirado fotos das pequenas praças no caminho, das ruas estreitas, de tudo. Vocês vão gostar das fotos.
Eu já falei aqui em algum momento sobre o fato de que eu às vezes "me sinto" e também "não me sinto" em Lisboa? Pronto, hoje foi um dia em que eu me senti em Lisboa, porque aquela área era REALMENTE Lisboa, para o bem ou para o mal. Onde eu moro é área comercial-empresarial. Tem uns prédios antigos, umas ruas européias, que nem vemos nos filmes. É uma área européia, mas européia contemporânea mesmo. Ou seja, uma área burguesa, bonita e moderna-contemporânea. Diferente da Lisboa histórica e monárquica-moderna.
Aproveitem as fotos.
Literatura Free Now - Arquitetura Lisbon.
sábado, 10 de março de 2012
Literatura Free. Notas sobre a filhadaputagem nos preços dos livros no Brasil.
Esse post na verdade é uma adaptação de um e-mail que eu mandei para meu pai. Aproveitem e se divirtam com ele.
________
Bem, até agora, em dois meses (fevereiro e março), eu já comprei 11 livros.
OS DESCOBRIMENTOS E A ECONOMIA MUNDIAL - 4 volumes (obra completa). - 40Euros (10 euros cada livro).
A EXPANSÃO MARÍTIMA PORTUGUESA, 1400-1800. - 1 volume. 23Euros (livro novo e atual, 2010, não existe edição antiga).
PODER E INSTITUIÇÕES NA EUROPA DO ANTIGO REGIME. - 1 volume. 9Euros (livro único, de 1984, nunca re-editado)
ESTRUTURA DA ANTIGA SOCIEDADE PORTUGUESA. - 1 volume. 10Euros.
HISTÓRIA E CIÊNCIAS SOCIAIS. - 1 volume. 5Euros.
TEORIAS DA HISTÓRIA. - 1 volume. 9Euros.
O ANTI-ÉDIPO: CAPITALISMO E ESQUIZOFRENIA 1. - 1 volume. 10Euros.
ENSAIO SOBRE A LIBERDADE - 1 volume. 5Euros.
TOTAL: 111,00Euros. ou seja, na cotação do Euro hoje (2,33), fica em reais = R$ 259,00.
Caro né?
Mas vamos ver esses livros no Brasil. Quanto eles custam:
OS DESCOBRIMENTOS E A ECONOMIA MUNDIAL -
Volume III. R$ 149,00 + 7,34 de frete. http://www.estantevirtual.com.br/livrariaalbelo/Vitorino-Magalhaes-Godinho-Os-Descobrimentos-e-a-Economia-Mundial-57381482
Volume IV. R$ 69,90 + 7,34 de frete. http://www.estantevirtual.com.br/livrariaalbelo/Vitorino-Magalhaes-Godinho-Os-Descobrimentos-e-a-Economia-Mundial-57381443
Não existe volume 1 e nem o volume 2 disponível. Mas tente imaginar o preço caso alguém ponha para vender.
Volume IV. R$ 55,90 + 15,00 de frete (aprox.) http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=1038685&sid=24716216914218634942650811
Volume I. R$ 55,90 + 15,00 de frete (aprox.) http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=1038682&sid=24716216914218634942650811
A EXPANSÃO MARÍTIMA PORTUGUESA, 1400-1800.
Volume único, não disponível em sebo. apenas na livraria cultura. R$ 122,00+ 15,00 de frete (aprox.). http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=11036963&sid=24716216914218634942650811
PODER E INSTITUIÇÕES NA EUROPA DO ANTIGO REGIME.
Volume único. R$ 95,00 + 7,97 de frete. http://www.estantevirtual.com.br/recifense/Antonio-Manuel-Hespanha-Poder-e-Instituicoes-na-Europa-do-Anti-58225799
Volume único. R$ 180,00 + 7,65 de frete. http://www.estantevirtual.com.br/livrariasilverio/Antonio-Manuel-Hespanha-Poder-e-Instituicoes-na-Europa-do-Anti-54449354
ESTRUTURA DA ANTIGA SOCIEDADE PORTUGUESA.
Volume único. R$ 50,00 + 4,16 de frete. http://www.estantevirtual.com.br/seboalternativa/Vitorino-Magalhaes-Godinho-A-Estrutura-na-Antiga-Sociedade-Portuguesa-57437298
HISTÓRIA E CIÊNCIAS SOCIAIS.
Volume único. R$ 59,90 + frete grátis. http://www.estantevirtual.com.br/castlerock/Fernand-Braudel-Historia-e-Ciencias-Sociais-58769359
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TEORIAS DA HISTÓRIA.
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O ANTI-ÉDIPO: CAPITALISMO E ESQUIZOFRENIA 1.
Volume único. R$ 50,00 + 7,43 de frete. http://www.estantevirtual.com.br/sebopoesia/Gilles-Deleuze-O-Anti-edipo-45123630
Volume único (edição brasileira). R$ 59,00 + 15,00 de frete (aprox.) http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=22124248&sid=24716216914218634942650811
Volume único (edição portuguesa, a que eu comprei). R$ 73,60 + 15,00 de frete (aprox.) http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=69144&sid=24716216914218634942650811
ENSAIO SOBRE A LIBERDADE
Volume único. R$ 4,00 + 4,90 de frete. http://www.estantevirtual.com.br/pacobello/Stuart-Mill-Ensaio-Sobre-a-Liberdade-44080092
Volume único. R$ 24,00 + 15,00 de frete (aprox.) http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=22325066&sid=24716216914218634942650811
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Interessante né? Eu poderia deixar vocês aí rindo, tentando fazer de cabeça as contas sobre como seria o pagamento caso eu comprasse tudo isso no Brasil. Mas como vocês devem estar ocupados, eu mesmo vou fazer as contas para vocês na calculadora do Windows. Farei duas contas, uma pegando os preços mais baratos, e uma pegando os preços mais caros.
Livros mais caros. = R$ 1.033, 32.
Livros mais baratos. = R$ 780, 66
Interessante, né? Mas vocês devem estar se perguntando: "Ah, véi, mas alguns livros você colocou apenas 1 exemplo ou dois exemplos, como eu vou saber se não existe livros mais baratos?".
Mas aí eu respondo: "Cacilds, eu pesquisei na Cultura e na Estante Virtual. Eu fiz uma limpeza geral nos sites, gastei quase 1 hora escrevendo isso. Os ÚNICOS livros que existem maiores variações de preço são 'Ensaio sobre a liberdade', que varia de 4,00 até 20,00. E 'o Anti-Édipo...' que varia de 50,00 até 80,00". Logo, peguei o mais barato e o mais caro de cada um".
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Novas informações:
Esse post foi um e-mail que mandei para meu pai ontem (sexta feira, 09-03-2012). Hoje, sábado (10-03-2012), eu fui almoçar meu querido arroz com feijão fora de casa. Passei um tempão no ponto de ônibus. Depois passei um tempão dentro do ônibus. Desci em Belém. Depois esperei outro ônibus para ir para um lugar (vamos chamar de "bairro") chamado Algés.
Lá estava tendo uma feira de livros.
E lá fui eu. Atrás de livros de história já esgotados.
Me enganei.
Eram vários romances, livros infantis, livros de psicologia, de "história". Essas coisas. De fato eram baratos, mas nenhum me agradava. Eu comprei UM livro, pelo preço. O livro se chama:
Elites Mineiras Setencentistas: Conjugação de dois mundos. da Autora Virgínia Trindade Valadares.
O livro foi impresso em Lisboa, é original de Portugal.
Sabem quanto custa ele na livraria cultura?
Isso mesmo. R$ 83,20.
Lindo, né?
[não esqueçam, é livraria Cultura, tem o frete, que é caríssimo, ou seja, nosso livro sai lá pra mais de 90 reais]
Sabem por quanto eu comprei?
Pois é. por apenas 2,00Euros. Ou seja, no câmbio de hoje [R$2,33 para 1,00Euro]. Eu gastei R$4,67.
Mas vocês devem estar falando agora para a tela do computador: "Ah, mas deve ser um livro todo rabiscado, feio, destruído, com assinaturas, carimbos, folhas soltas, parágrafos inteiros marcados com caneta e marca-texto. e deve ser de 1950".
O livro está inteiro, novo, praticamente intacto, só faltava estar embalado. E custou 2euros. Incrível, não?
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Isso é sobre livros. Nos sebos de Maceió os romances custam 10 reais, 15 reais, até 20 reais. Aqui os romances custam 1 euro, 2 euros, no máximo 5 euros - quando a edição é recente.
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Enfim, eu acho que é só, tou com preguiça de tirar uma foto do meu novo acervo aqui em Portugal. Agora sim eu me sinto em casa. Eu acordo e vejo uma prateleira com livros. Olho para a escrivaninha e vejo um livro que estou estudando (antes era do Hespanha, agora é do Godinho), e olho para o criado-mudo ao lado da minha cama e tem outro livro (também do Godinho).
Pois bem, outro dia eu volto. Amanhã vou visitar uma Igreja toda destruída, da época do Terremoto de 1755. Algo do tipo. Eu trago as fotos e posto aqui para o pessoal ver.
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