- piiiiiii... piiiiiiiiiiiiiii... piiiii, pi, pi, filho da puta, pi, pi, piiiiii, piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, piii, pi, caralho, viado, filho da puta da porra...
- pii, píi.. sua mãe, viado, piii..piiiiiiiiiiiiiii, bicha escrota, piiiiiii, piiiiiiiiiiii, piiiiii, pi pi bunda, piiii, piiiiii cuzão...
- piiiiiiiiiiiiiiiiii, piii, pippipipipipipi, pi, piiiiiiiii, cacete viado caralhudo bicha cretido desgraçado retardado demente filho da puta do caralho, piiii, piiiii, porra.. piii pi... merda. piiiiiiiiiiii..
- piiii, pii, pau, piii, piii, bunda, pii, piii cretino, pii, pi, puta, pi pi, quenga pilantra, pii, pii, corno, piiiiipiiiiiiiiiiiipiiiiiii piiiiiiiiiiiiii...
- piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii........ piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.. piiii. piiii...... piiii..pi, piiiiiiiiiiiii...
Entra o policial:
- Que piiii do piiiii é essa? Bando de piiiiiiiii piiii-piiii do piiiiii, onde já se viu? brigando feito piiiiiiiii enrrustidas que gostam de fazer pose de filho da piiii toda a hora, bando de piiiiiii, encrenqueiros de piiiii, playboys do piiiiii, vão passar a noite em cana, e tem 30 cara lá na cela sedento por piiiiii e doidodinho para piiiii a piiii de cada um dos dois.
(continua).
Literatura Free Now - da Série: Uncessored. A verdadeira censura ainda não chegou.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Literatura Hobsbawm-Simpsons Now - sobre nacionalidade.
"Os irmãos são como inimigos naturais. Assim como os escoceses e os ingleses. Assim como os escoceses e os irlandeses. Como os escoceses e os japoneses. E até mesmo os escoceses e outros escoceses. Malditos escoceses! Acabaram com a Escócia!"
Willie, escocês, zelador da escola primária de Springfield.
da futura Série: Nacionalismo e a construção da identidade mundial.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Literatura Experimental Now - Exercício de uma pessoa que estava pensando o que outra pessoa pensaria e no final tudo ser o pensamento de uma 3ª pessoa.
Estou em pé. Está calor. Fico imaginando se isso daria uma postagem do Monte Pitão, não, não daria uma postagem. Ei! Você é o cara do Monte Pitão? Meu irmão, descobri que tem alguém estudando a literatura do Monte Pitão. Porra, motorista filho da puta, demora do caralho, só porque hoje eu tenho aula de estética IV e Movimentos trabalhistas do Anarquismo nos prédios Alemães Modernos. Tum Tum Tum... pra frente, pra frente, cintura, cabeça, chubirabirom. Chubirabirommmm. Não sei como estou pensando nisso, que porcaria. Ah, aleluia, o busu chegou. Merda, merda, tá todo no ponto indo pra rua, quer dizer que todo mundo quer ir também, tenho que fazer estratégia para subir logo e pegar cadeira vazia. Vai... vai, aew, porra, cagada, deixa eu ver, ali... tem umas vazias, sorte da poxa. Ahhh, happiness is a empty chair. Agora sim, vou ajeitar essa mochila, pegar meu MP3 e... e... escutar Animal Colective. Hum... o que você quer? O que você acha? Eu acho que sua religião está errada, não, não... não está errada. Está sim. Está não. Preciso arranjar um final para queimem a igreja. Será que meu texto de história da arte tá aqui? Hu... há, cá está, preciso comprar esse livro, fazer trabalho, passar mestrado. Não, estética é aquilo que está relativo ao pensamento e a sociedade de cada momento, se você acha que seu pensamento é verdade, eu sinto que aqui nós divergimos, Arnold Hauser foi quem disse que. Nossa, essa parte, ta aí uma ótima linha de baixo, queria ter uma banda, mas original, não revival, mesmo que seja música própria, revival, não, não quero me tornar um Mopho. Viajar, compor e tocar em pubs, mas pera, Brasil não tem pubs, isso é sampa, e mesmo assim, ninguém iria entender a música, e iria ter paparazzi, e viagens, e a minha faculdade? Largaria ocurso, não dá, não dá. A arquitetura, em um livro de Hegel, tem essa função de proteção física, tenho que lembrar das aspas, e tem a parte de demonstração de criatividade humana. Se eu falar criatividade humana, estaria certo? É melhor eu não arriscar, vai que me cortam na lata logo nos primeiros dias de aula, e eu nunca li esse livro do Hegel, tá 30 reais na submarino, tenho que ver na saraiva. Nossa, odeio esse trânsito, acho que Maceió vai implodir daqui a 20 anos se essa quantidade de carro continuar crescendo, e o pior é que eu desejo o mais rápido possível ter um carro, o que vai me fazer ser parte de uma engrenagem que irá piorar cada vez mais esse trânsito, assim como uma embalagem de chiclete num bueiro já todo entupido. Lá lá lá, she moves, it's all right, yeah yeah, so come and play with me. Queria cantar que nem esse cara, mas não tão romântico, quem sabe algo de mussorgsky com Bukowsky. Só para misturar nomes, e deixar algo erudito totalmente sujo, pegar pulp e misturar com pulp fiction, outra coisa que tem o mesmo nome, mas os diálogos de pulp fiction são melhores. Não não morra, fulana, porra, como uma menina dessa tem uma overdose de cocaína no meu carro? Merda, merda. Não, não pude ajudá-la, eu não a conheço, conheci numa festa e nem sei ao menos o nome dela. Ela vai ficar no hospital e eu não irei dar meu nome verdadeiro, apesar dela ser gata pra caramba. Preciso comprar uma luz para minha escrivanhinha, e arrumar aquele quarto, livro pra caramba, agora que estou estudando seriamente vou começar a guardar ou entregar ao povo os livros deles que parei na metade e nem voltei a ler, uma pena, mas... é assim mesmo. Cerveja em bar, não sei porque estou pensando nisso agora, mas eu queria uma cerveja num bar, posso não ser controlado pela propaganda, mas porque cerveja, bar e dia quente combina tanto? Deixa para lá, esse tipo de filosofia nunca funciona mesmo, assim como arroz com feijão, isso é invenção, apesar de ter pesquisa na internet. Será que isso é o que ele estaria pensando nesse exato momento? Acho que dá para fazer um post no Monte Pitão sobre isso: O Que se Passa na Cabeça de Tal Ministro nesse exato momento, e assim algum ministro tentaria escrever o que se passa na cabeça do outro, como se fosse ele mesmo pensando. Mas isso poderia ser um erro, e se eu escrevesse sobre o que eu estou pensando e atribuir isso para ele? Não dá certo. Requere paciência e muito conhecimento. Deixa eu ver. Pensar na teoria da história de Hegel, não, não dá certo, eu pensei em Hegel para arquitetura, será que ele pensaria para História? Já sei, Marx e Foucault, ele fala desses 2, mas o que ele estaria pensando agora sobre esses 2? Dilma? Eita, jajá é meu ponto, queria ter um gravador para gravar todas essa idéias, mas o problema seria lembrar ou ficar falando no onibus sozinho feito idiota, pior seria se eu fosse anotar. É, acho que essa idéia miou, assim como a do post do apocalipse que acabou gerando outro. De onde tirei GTA? Acho que vou procurar na net algum Mod que tenha algo a ver com apocalipse e GTA. Irado. Não, pera, tenho que escolher os melhores posts primeiro. Porra, ia ser do caralho. A gente conseguiu! Vamos publicar um livro com escritos do Monte Pitão e Seus Ministros pela EDUFAL na Bienal do livro, caramba, ia ser demais, mas é sonhar demais, será que a gente não seria aceito porque não somos literários ou porque não teria lógica nenhuma? Ah, mas colocaríamos no edital como obras de fora. Seria legal se alcançasse repercussão, quem sabe um prefácio do Veríssimo, como fulano me falou no msn, já que James Joyce está morto. Hêhehehe, James Joyce e nossa Revolução no jeito novo de escrever um blog em escala mundial, aquela foi demais.
Literatura plágio homenagem now. ou. Antropocínio is dead!
Antropocínico morreu.
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Sabe o que é complicado? Escutar o Jornal da tevê... você pode dizer: "ah, jornal da tevê é que nem jornal na rádio, só que com imagem". E eu retruco: "é uma porra". E você responde: "Cala a boca, você nem faz jornalismo". E eu me levanto da cadeira e grito: "Haha, não precisa ser jornalista para trabalhar com jornalismo, qualquer um pode". E você vai me dar um soco. E eu vou revidar com um chute. E ambos iremos cair por cima da mesa cheia de papéis. E ganhará aquele que sabe jiu-jitsu. Ou então quem anda armado.
****************************
Eu continuo ouvindo a tevê... e tal falando do povo lá da revolução. E blam... e Blem... e blá blá blá... bum... nomes difíceis... pessoas com mãos levantadas... exército... bum... blam... ONU... G-algum número.
Pronto, mudou de matéria. Agora é Paris.
****************************
Nunca mais fiz um diálogo. Vou fazer um diálogo.
- Onde estou?
- Ah não.
- O que foi?
- Mais um exercício de diálogo entre 2 pessoas estranhas no blog Monte Pitão e Seus Ministros.
- Mas eu não sou estranho, eu sou Jorge Luiz Borges.
- E quem eu sou?
- Você é Luiz Fernando Veríssimo.
- Ah não.
- O que foi?
- O cara que tá criando isso é meu fã.
- Por que?
- Porque só uma pessoa que gosta de mim conseguiria colocar eu e você num diálogo. Eu sempre faço isso.
- Tipo, quer dizer que você é meu fã?
- Sim... tipo... por aí...
- E você se imagina sempre conversando comigo?
- É.. hham.. tipo... hummm..
- Não fique com vergonha.
- Isso é estranho. Porque ele não faz um diálogo entre eu e ele?
- Vai ver ele quer colocar a gente cara a cara para finalmente você me disser que gosta muito de mim.
*Verissimo começa a chorar*
- POrra cara, você é foda, tá ligado? Tipo.. é tudo... é tudo... sniff sniff sniff.
- Tá, tá, tá... porra me arrependi do que falei, você parece aqueles bêbados que falam que amam todo mundo.
- EU TE AMO CARA!!!!!!!!!
- SAI, PORRA!!!
****************************
Sabe o que é complicado? Escutar o Jornal da tevê... você pode dizer: "ah, jornal da tevê é que nem jornal na rádio, só que com imagem". E eu retruco: "é uma porra". E você responde: "Cala a boca, você nem faz jornalismo". E eu me levanto da cadeira e grito: "Haha, não precisa ser jornalista para trabalhar com jornalismo, qualquer um pode". E você vai me dar um soco. E eu vou revidar com um chute. E ambos iremos cair por cima da mesa cheia de papéis. E ganhará aquele que sabe jiu-jitsu. Ou então quem anda armado.
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Eu continuo ouvindo a tevê... e tal falando do povo lá da revolução. E blam... e Blem... e blá blá blá... bum... nomes difíceis... pessoas com mãos levantadas... exército... bum... blam... ONU... G-algum número.
Pronto, mudou de matéria. Agora é Paris.
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Nunca mais fiz um diálogo. Vou fazer um diálogo.
- Onde estou?
- Ah não.
- O que foi?
- Mais um exercício de diálogo entre 2 pessoas estranhas no blog Monte Pitão e Seus Ministros.
- Mas eu não sou estranho, eu sou Jorge Luiz Borges.
- E quem eu sou?
- Você é Luiz Fernando Veríssimo.
- Ah não.
- O que foi?
- O cara que tá criando isso é meu fã.
- Por que?
- Porque só uma pessoa que gosta de mim conseguiria colocar eu e você num diálogo. Eu sempre faço isso.
- Tipo, quer dizer que você é meu fã?
- Sim... tipo... por aí...
- E você se imagina sempre conversando comigo?
- É.. hham.. tipo... hummm..
- Não fique com vergonha.
- Isso é estranho. Porque ele não faz um diálogo entre eu e ele?
- Vai ver ele quer colocar a gente cara a cara para finalmente você me disser que gosta muito de mim.
*Verissimo começa a chorar*
- POrra cara, você é foda, tá ligado? Tipo.. é tudo... é tudo... sniff sniff sniff.
- Tá, tá, tá... porra me arrependi do que falei, você parece aqueles bêbados que falam que amam todo mundo.
- EU TE AMO CARA!!!!!!!!!
- SAI, PORRA!!!
Literatura Aforismo Now
Vou começar a escrever aqui de vez em quando, alguns aforismos meus próprios de minha pessoa.
*********************
- Antes de realmente começar a criar uma [ou aceitar] uma teoria filosófica [histórica, biológica, arquitetônica, fotográfica, artística, literária, estética, social, economista, política] o jovem primeiro deve escrever tudo que passa na sua cabeça [de suas idéias mais "de esquerda" até as suas mais "de direita"]. Só relendo o que escreveu, 20 anos depois, é que a pessoa pode começar a, daí, escrever algo original e com firmeza.
- Me sinto a pessoa mais idiota do mundo por, diversas vezes, fugir da leitura de Nietzsche.
- Escrever é descarregar palavras de sua consciência, não exatamente criar um "fluxo" [seja esse de qual norma literária ou literário for]. Escrevo para não enlouquecer. Quando escrevo, páro de falar sozinho na rua. Quando não escrevo, fico falando sozinho na rua aquilo que queria escrever.
- Falem o que quiser. Em um mundo de hoje, Wikipédia nos salvou a pelo menos saber da "existência" de pessoas e suas teorias mais básicas do mundo. Idiota ser aquele que constrói uma ponte de concreto com tal conhecimento. Virtuoso ser aquele que usa esse conhecimento para construir apenas alguns atalhos simples de terra batida no meio do mato.
- Gosto de misturar todo tipo de teoria. Salada teórica é o passo número 2 do aforismo 1. Aquele que fala do passo número 3 e do passo número 1.
- A Verdade é um Acordo entre Dois Mentirosos. Sempre quis saber de quem é essa frase.
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- Antes de realmente começar a criar uma [ou aceitar] uma teoria filosófica [histórica, biológica, arquitetônica, fotográfica, artística, literária, estética, social, economista, política] o jovem primeiro deve escrever tudo que passa na sua cabeça [de suas idéias mais "de esquerda" até as suas mais "de direita"]. Só relendo o que escreveu, 20 anos depois, é que a pessoa pode começar a, daí, escrever algo original e com firmeza.
- Me sinto a pessoa mais idiota do mundo por, diversas vezes, fugir da leitura de Nietzsche.
- Escrever é descarregar palavras de sua consciência, não exatamente criar um "fluxo" [seja esse de qual norma literária ou literário for]. Escrevo para não enlouquecer. Quando escrevo, páro de falar sozinho na rua. Quando não escrevo, fico falando sozinho na rua aquilo que queria escrever.
- Falem o que quiser. Em um mundo de hoje, Wikipédia nos salvou a pelo menos saber da "existência" de pessoas e suas teorias mais básicas do mundo. Idiota ser aquele que constrói uma ponte de concreto com tal conhecimento. Virtuoso ser aquele que usa esse conhecimento para construir apenas alguns atalhos simples de terra batida no meio do mato.
- Gosto de misturar todo tipo de teoria. Salada teórica é o passo número 2 do aforismo 1. Aquele que fala do passo número 3 e do passo número 1.
- A Verdade é um Acordo entre Dois Mentirosos. Sempre quis saber de quem é essa frase.
Estava conversando um dia desses com Luis Fernando Veríssimo e Alberto Lins Caldas:
- Bem, eu suponho que devemos abrir uma discussão sobre o Horror na literatura: Moby Dick, O Coração das Trevas, essas obras.
- Ou então podemos falar de labirintos, Brasil de hoje em dia, a situação da China.
- A hermenêutica do Brasil. hum. Coisas da Máquina Tribal.
- Máquina o que?
- Máquina tribal.
- É uma teoria da história que ele tá desenvolvendo e tal.
- Quem é você?
- Eu sou o Allegro.
- Nunca ouvi falar.
- ...
- Ulysses é um bom exemplo de horror, não acha?
- Como assim horror?
- Não sei, pode ser o horror alienante, o horror pessoal, a descrição de uma sociedade horrorizada, você lê Ulysses e sai da obra vazio, ela nada te ensina.
- Já lesse Ulysses, Franco?
- Do James Joyce?
- Sim.
- Não...
- Ah.
- Enfim... Jorge Luis Borges.
- Não acho Horror.
- Labirintos não são horrorosos?
- Dependendo de onde está.
- Como dependendo se todo local do labirinto é um lugar que não é lugar, não existe o conceito de "ponto" no labirinto, nada é o que parece ser.
- Bem, depende do lugar.
- Que lugar?
- Dentro ou fora do Labirinto.
- ... é verdade.
- E você Allegro?
- Nunca entrei num labirinto.
- Estamos falando do Jorge Luis Borges.
- Nunca li.
- Ah.
- Hum...
- Quem te chamou héim?
- Eu sou o dono desse prédio.
- Pensei que era o Monte Pitão.
- É. tipo, a gente usufrui.
- Esse prédio é um labirinto?
- Não.
- É uma selva vietnamita?
- Não.
- É um oceano?
- Não.
- Que merda!
- POis é, né?
- Quer saber? Eu vou sair daqui, Italo Calvino e Nabokov estão me esperando. Vamos tocar café ao lado do Salgadinho, quem vomitar primeiro tem que recitar um verso de Renato Russo.
- Eu vou pra casa, ninguém nessa cidade entende ou quer entender a Máquina Tribal, mas eu não tenho culpa, isso são coisas da Máquina Tribal.
- Eu... acho... que vou ficar aqui, tenho que finalizar esse post.
- O que é Máquina Tribal?
- É aquilo que vai te fazer vomitar primeiro e recitar um verso de Cazuza.
- Renato Russo.
- Mesma merda.
- Enfim, vamos?
- Pera, posso chamar um amigo.
- Claro, quem?
- Nietzsche.
Luiz Fernando Veríssimo sai alegremente, conversando com Alberto Lins Caldas sobre Renato Russo, Cazuza, Máquina Tribal e teoria da hermenêutica literária do presente em forma de prosa e pós-modernismo exacerbado de jornais burgueses.
- Bem, eu suponho que devemos abrir uma discussão sobre o Horror na literatura: Moby Dick, O Coração das Trevas, essas obras.
- Ou então podemos falar de labirintos, Brasil de hoje em dia, a situação da China.
- A hermenêutica do Brasil. hum. Coisas da Máquina Tribal.
- Máquina o que?
- Máquina tribal.
- É uma teoria da história que ele tá desenvolvendo e tal.
- Quem é você?
- Eu sou o Allegro.
- Nunca ouvi falar.
- ...
- Ulysses é um bom exemplo de horror, não acha?
- Como assim horror?
- Não sei, pode ser o horror alienante, o horror pessoal, a descrição de uma sociedade horrorizada, você lê Ulysses e sai da obra vazio, ela nada te ensina.
- Já lesse Ulysses, Franco?
- Do James Joyce?
- Sim.
- Não...
- Ah.
- Enfim... Jorge Luis Borges.
- Não acho Horror.
- Labirintos não são horrorosos?
- Dependendo de onde está.
- Como dependendo se todo local do labirinto é um lugar que não é lugar, não existe o conceito de "ponto" no labirinto, nada é o que parece ser.
- Bem, depende do lugar.
- Que lugar?
- Dentro ou fora do Labirinto.
- ... é verdade.
- E você Allegro?
- Nunca entrei num labirinto.
- Estamos falando do Jorge Luis Borges.
- Nunca li.
- Ah.
- Hum...
- Quem te chamou héim?
- Eu sou o dono desse prédio.
- Pensei que era o Monte Pitão.
- É. tipo, a gente usufrui.
- Esse prédio é um labirinto?
- Não.
- É uma selva vietnamita?
- Não.
- É um oceano?
- Não.
- Que merda!
- POis é, né?
- Quer saber? Eu vou sair daqui, Italo Calvino e Nabokov estão me esperando. Vamos tocar café ao lado do Salgadinho, quem vomitar primeiro tem que recitar um verso de Renato Russo.
- Eu vou pra casa, ninguém nessa cidade entende ou quer entender a Máquina Tribal, mas eu não tenho culpa, isso são coisas da Máquina Tribal.
- Eu... acho... que vou ficar aqui, tenho que finalizar esse post.
- O que é Máquina Tribal?
- É aquilo que vai te fazer vomitar primeiro e recitar um verso de Cazuza.
- Renato Russo.
- Mesma merda.
- Enfim, vamos?
- Pera, posso chamar um amigo.
- Claro, quem?
- Nietzsche.
Luiz Fernando Veríssimo sai alegremente, conversando com Alberto Lins Caldas sobre Renato Russo, Cazuza, Máquina Tribal e teoria da hermenêutica literária do presente em forma de prosa e pós-modernismo exacerbado de jornais burgueses.
Literatura Free Now - um ato não-free. Contra o Twitter
Motivo
1.
Twitter é bom para quem tem negócios, ou faz parte de algo importante que precisa de propagandas rápidas e precisas. Avisos de promoções. Eventos. Etc.
Contra-motivo número 1.
Ninguém. Absolutamente NINGUÉM. Por mais GÊNIO ou IDIOTA que seja, não consegue expressar uma opinião bem articulada e formada em apenas 140 caracteres.
******************
Até aqui, esse post não teve menos do que 140 caracteres. Sem espaço foi totalizado 285. Com espaço chegamos aos 341.
Ou seja.
Essa crítica ao twitter, que foi super simples, mega normal, ultrapassou os 140 caracteres. Meu Deus, como eu posso escrever? Essa crítica falta muito fundamento, muito mesmo, para criticar o twitter seria necessário escrever vários ensaios, artigos, compilar tudo e lançar um livro de umas 500 páginas.
Mas não, o twitter é tão medíocre que até mesmo a crítica mais básica e simples contra o twitter ultrapassa os 140 caracteres.
Twitter fode com o diálogo. Apesar do Literatura Free Now não ser um "blog-exemplo" nessa questão do diálogo, da conversa, e das super-críticas que tem fundamentos que são tirados de Deus-lá-sabe-fuckin-onde. Pelo menos a gente consegue escrever mais de 140 caracteres.
Isso ainda precisa ser maturado melhor. Espero que com o tempo o twitter vire algo que seja usado apenas para negócios ou coisas realmente importantes. Por favor, larguem os twitters.
********************
Esse post vai fazer parte da Literatura Free... que começa a dar seus primeiros passos para ser contra o Free. Porque nós somos contra a "literatura do twitter". 140 caracteres não representa porra nenhuma.
PORRA NENHUMA!
********************
Franco Blackbird - que não tem nada a ver com Blackberry, que não tem nada a ver com Twitter.
post que foi escrito no http://montepitaoeseusministros.blogspot.com
Twitter é bom para quem tem negócios, ou faz parte de algo importante que precisa de propagandas rápidas e precisas. Avisos de promoções. Eventos. Etc.
Contra-motivo número 1.
Ninguém. Absolutamente NINGUÉM. Por mais GÊNIO ou IDIOTA que seja, não consegue expressar uma opinião bem articulada e formada em apenas 140 caracteres.
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Até aqui, esse post não teve menos do que 140 caracteres. Sem espaço foi totalizado 285. Com espaço chegamos aos 341.
Ou seja.
Essa crítica ao twitter, que foi super simples, mega normal, ultrapassou os 140 caracteres. Meu Deus, como eu posso escrever? Essa crítica falta muito fundamento, muito mesmo, para criticar o twitter seria necessário escrever vários ensaios, artigos, compilar tudo e lançar um livro de umas 500 páginas.
Mas não, o twitter é tão medíocre que até mesmo a crítica mais básica e simples contra o twitter ultrapassa os 140 caracteres.
Twitter fode com o diálogo. Apesar do Literatura Free Now não ser um "blog-exemplo" nessa questão do diálogo, da conversa, e das super-críticas que tem fundamentos que são tirados de Deus-lá-sabe-fuckin-onde. Pelo menos a gente consegue escrever mais de 140 caracteres.
Isso ainda precisa ser maturado melhor. Espero que com o tempo o twitter vire algo que seja usado apenas para negócios ou coisas realmente importantes. Por favor, larguem os twitters.
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Esse post vai fazer parte da Literatura Free... que começa a dar seus primeiros passos para ser contra o Free. Porque nós somos contra a "literatura do twitter". 140 caracteres não representa porra nenhuma.
PORRA NENHUMA!
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Franco Blackbird - que não tem nada a ver com Blackberry, que não tem nada a ver com Twitter.
post que foi escrito no http://montepitaoeseusministros.blogspot.com
LLiitteerraattuurraa FFrree NNooww
Um novo postador aderirá ao Literatura Free Now.
Revisitará alguns posts... isso é fato... ou facto... ou factum.
Mas também escreverá muitos outros. O que é bom. Ou muito ruim. Ele não perdoa ninguém. Nem ele mesmo. Mas é bom o ter de volta. ou aqui. eu sei lá. É um companheiro velho de guerra. Da Literatura Paranóica, científica, cinematográfica, maldosa, ácida, estúpida, globo de ouro, bíblica, musical, atualidades, nanotecnologia, Monty Python, etc etc etc.
Allegro Free. - pensando em revisitar a série Amy Winehouse, em seus 12 capítulos. Ou foram 10.
Revisitará alguns posts... isso é fato... ou facto... ou factum.
Mas também escreverá muitos outros. O que é bom. Ou muito ruim. Ele não perdoa ninguém. Nem ele mesmo. Mas é bom o ter de volta. ou aqui. eu sei lá. É um companheiro velho de guerra. Da Literatura Paranóica, científica, cinematográfica, maldosa, ácida, estúpida, globo de ouro, bíblica, musical, atualidades, nanotecnologia, Monty Python, etc etc etc.
Allegro Free. - pensando em revisitar a série Amy Winehouse, em seus 12 capítulos. Ou foram 10.
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