- É verdade, é verdade, eu boto minha mão no fogo!
- Rapaz, se eu fumasse, eu tiraria agora um isqueiro daqui.
- Oxe, pode mandar brasa.
- Sorte sua que hoje não é dia de churrasco.
- Ia ser um pega-pra-capá.
- Só se for o seu, o facão tá ali na cozinha...
Ou seja, se fosse num domingo de churrasco, com carvão, carne, fogo e um facão, esse meu amigo estaria em uma situação um tanto quanto desconfortável. Cuidado com os diálogos do cotidiano. Eles podem ser perigosos.
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