segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Literatura Free. Pôr do Sol em Lisboa... ou... notas sobre a saudade.


desde que eu viajei eu não fiz ainda nenhum post fofinho, sobre saudade, alegria, amigos e blá blá blá. Acho que as coisas aqui em Lisboa estão tão rápidas e é tanta informação, que eu ainda me sinto na pilha de correr para um lado e para o outro (ainda tenho coisas burocráticas para resolver, e nem visitei a Torre do Tombo ainda).

Mas, pela primeira vez, um post fofinho.

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Na verdade, não era para o dia ser fofinho. Tudo começou porque eu e as meninas tinhamos marcado um almoço lá em Algés, porque lá os restaurantes são mais baratos e mais populares do que aqui na minha área. Além disso, eu queria aproveitar e passar numa lojinha de xing-ling mesmo, para comprar umas paradas de limpeza, que é muito barato lá. Ainda peguei uma camisa pra frio bem baratinho e no meu tamanho (hehehehe).

O dia era basicamente a gente ir lá na residência universitária da Universidade Técnica de Lisboa, na Faculdade de Motricidade Humana, eu sei lá... algo do tipo (fora de Lisboa já, em outra zona da cidade, pense na lonjura). Da residencia a gente iria visitar o "campus desportivo" da faculdade, que é uma área gigante e linda, com muitas árvores, quadras de futebol de grama sintética, lago e rio artificial para remos (com peixes dentro, de vários tipo.. e patos.. e gaivotas..), muito bonito mesmo.

Mas, no caminho, decidimos ir para a praia, ver o pôr-do-sol de Lisboa. Ficar sentados nas pedras e apreciar a calmaria do local. Já que era também o antepenúltimo dia da Lia aqui em Lisboa, tinhamos que ir lá com ela.

O resto é besteira para se dizer, não sou poeta, e sinceramente, prefiro o pôr do sol da Serra, lá do Sítio São Filipe, no interior do Ceará! Não é porque eu estou em lisboa que eu vou ficar falando abobrinha.

Mas vocês se perguntam: "pow, Alex. Se pôr do Sol para você é tudo igual, e ainda prefere o do Ceará, por que raios está fazendo esse post?"

e eu respondo:

"porque esse foi, até agora, o único momento em que eu fiquei quieto, sentado, relaxado, olhando para um local que não tinha poluição visual nenhuma. Ou seja, foi apenas ali em que eu realmente sentei e parei para pensar sobre as pessoas que eu deixei no Brasil (tá, "deixar" é forçoso demais, são apenas 6 meses)."

Prefiro que as fotos exprimam o sentimento da saudade.

Dessa vez eu coloquei as fotos na ordem certa, observem de boa.







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Sessão estraga momento de fofisse:

Vocês viram a foto que eu estou em pé "em cima" da água?

Pois bem. Como vocês todos sabem. Sempre existe em alguma situação o "momento chaves" ("Ai Chaves, o que você tem de burro, você tem de burro!").

Aquela foto, era para parecer que eu estaria levitando sobre a água... porque tinha uma pedrinha (que eu estava em cima), que ficava sempre com a ponta descoberta e seca quando a água passava por ela... e era bem interessante... e eu calculei durante uns 5 min o momento da água chegar, bater na pedrinha, voltar, e o tamanho das ondinhas.. tudo... argh!... Quando eu pulo, vem uma super-ondinha e molha meus pés inteiros e o pior, ainda enchem de terra todo o meu tênis e meia. Hahahaha... Lembrando que já era 18 da noite, num vento congelante numa temperatura de 10ºC.

E lá fui eu colocar o tênis para "secar no sol". Com pode ser visto nas próximas fotos.



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Literatura Da Imagem Free: Pôr do Sol.

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Post dedicado à Anne Karolline.

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