terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Literatura Free - Notas. sociedade
Muitos aqui vão chegar e dizer: "Ah, nem sei praquê se preocupar com o jovem MTV, eles são emos, chorões, tem 14 anos, retardados, mimados, blá blá blá." e eu vou responder [e ser fuzilado por isso]: "Em uma guerra política a longo prazo, os mais jovens são os soldadinhos perfeitos". E isso vale tanto pra esquerda quanto pra direita. Não importa o quão imbecil seja um grupo [bando, conjunto de tribos] de uma sociedade. Numa guerra política tudo é arma. E engana-se aquele que pensa que os melhores soldados estão nas universidades.
Não sou filiado a nenhum partido de esquerda, nem direita, nem centro, nem porra nenhuma. Mas tá na hora de melhorar o marketing político.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Diálogos fictícios autobiográficos
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Literatura Free [mais notas]
Ela então me disse que não entendia disso, não era culta, e pensava que eu achava ela burra por causa disso.
Achei engraçado, e interessante. Afinal, nunca existiu a Literatura Anárquica (não confundir com a literatura anarquista, que é completamente diferente). Acabei por criar um termo. Eu acho. Meti isso no google e não vi nenhuma alusão à "Literatura Anárquica". Mesmo no sentido mais tosco e xulo possível, que é o sentido que eu uso: de uma literatura desordenada, sem obedecer a um padrão fixo e ainda se fazendo de desentendido dos outros movimentos literários. Enfim, nada de mais, todos chamarão o blog de pós-moderno do mesmo jeito.
Enquanto eu escrevia isso, acabei por lembrar de uma postagem em um blog de um professor meu, algo bem interessante. Ele pega a palavra "lixo" e cria um post em cima dessa palavra... invocando que tudo feito no Brasil, estudado no Brasil, escutado no Brasil, desenhado no Brasil e uma porrada de coisas é lixo da europa, lixo estrageiro norte americano. Somos comandados pelo lixo. Mesmo com a internet, que, em alguns momentos, nos botam em pé de igualdade com o nivel de informação de um Inglês na Inglaterra, apesar de recebermos a mesma notícia simultaneamente, seja aqui ou na porra da Tcheqslováquia, continuamos só analisando o lixo.
e achamos o lixo o máximo.
E para quem ainda não entendeu, a Literatura Free é lixo mesmo. Lixo europeu, lixo pseudo-brasileiro, lixo americano, lixo asiático, lixo de qualquer parte do mundo. O próprio nome é em Inglês, como se por causa disso, fosse algo universal. Mas, não lembro se em algum outro momento eu coloquei que a Literatura Free era algo brasileiro. Não é. Façam parte da Literatura Free.
O amor está no ar...
Mas o ódio também está.
E ambos fazem parte da Literatura Free.
Favor, não confundir com a Literatura Anárquica... não queremos que confundam nossa Literatura com Anarquia (no sentido político do termo). Não conheço muito sobre Anarquia. Só um pouquinho do Proudhon. E mesmo assim nem é o suficiente. Logo, é Literatura Free.
sábado, 19 de novembro de 2011
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Contos paralelos II.
Meio da rua, apenas 2 pessoas.
- ei, você sabe onde fica a tibbits?
- rapaz, fica na avenida que o sérgio não sabe o nome.
- como é mermão?
- é uma avenida aí que o sérgio não sabe o nome.
- mas eu quero é saber se você sabe qual é a avenida.
- e eu lá sei, o sérgio me disse que não sabe o nome.
- esqueça o sérgio porra.
- você conhece o sérgio?
- não, não conheço.
- e o mário?
- que mário?
Contos paralelos I.
Achei... finalmente... um conto meu muito antigo que eu sempre gostei. vou postá-lo aqui...
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12:50
- Mermão, é hoje que a gente vai tocar fogo nesse ônibus filho da puta, vamos fazer protesto porque essa porra atrasa pra cacete.
- É isso aí mano, vamos deixar a lataria só no pó!!
- Que horas ele passa aqui?
- Todo dia ele vem de 13:00 seguido de outro logo atrás, ao invés de virem separados, bando de filhos da puta.
- fogo neles.
- fogo neles.
13:00
- Jajá.... tou com a mão coçando aqui, não paro de acender meu isqueiro, quero largar um cocktail molotov nele, tou doido já.
- eu também mano, quero fuzilar aquele ônibus de cabo a rabo.
13:10
- DEMORA DA PORRA, isso tá me deixando mais puto ainda, já preparei 3 molotovs, vou acender os 3 de uma vez...
- nem me fale mano, já coloquei minhas armas em ponto estratégicos, vou nem recarregar, é descarregando, jogando no chão e puxando a outra para descarregar.
- quero que chegue logo mermão, tou doido já.
- nem me fale mano, nem me fale.
13:25
- rapaz, eu sei que o Eustáquio Gomes demora pra cacete, mas isso é ridículo. Pera aí que eu vou perguntar para aquele estudante ali. Bicho, cê tá ligado que horas passa o Eustáquio Gomes Ponta Verde aqui?
- Cara, ele passa aqui de 12:20, aí fica sem passar nenhum até 13:00, nessa hora passa o gonzagão, que ninguém pega, porque não passa na ufal, aí uns 5 ou 10 min depois passa o Eustáquio que entra na ufal, mas hoje tá demorando pra caralho.
- Valeu pela a informação mano.
- Disponha.
- bora esperar bicho, a gente consegue.
- bora
13:32
- velho, desisto, sério, puta que pariu, que frota de ônibus ridícula do caralho, quer saber? eu vou embora, porra!
- pow mano, aguenta mais um pouco, ele vai ter que passar.
- não, eu vou embora dessa merda de ponto de ônibus, caralho!
- pow, amanhã a gente volta?
- vamos pensar, vamos pensar.
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e é assim que se atrasa um protesto. como podemos protestar contra algo que nunca está onde deveria estar? Estamos fazendo errado, temos que calcular direito.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Literatura Free II
Ele utilizou um autor aí cavernoso da literatura, disse que ele virava 4 garrafas de gin por dia. Mas, a pergunta fica: Nesses dias de bebedeira ele conseguia pelo menos escrever um conto?
Ou... [nessa parte eu acrescentei]... o conto seria, nada mais, nada menos, do que a ressaca? Logo, o seu estado de embriaguez não te faria ser um filhodaputa gênio, nem te daria asas e nem iria abrir sua mente como se fosse uma mansão com várias portas. Beber na literatura nada mais é do que você pegar seu cérebro (uma mansão), abrir todas as portas, bagunçar todos os quartos, trocar de quartos, gastar a água, atirar papel higiênico molhado nas paredes, passar trote, etc.. etc... Portanto, escrever um livro graças à bebida nada mais é do que escrever um livro sobre a sua experiência na ressaca, ou seja, arrumar o cérebro, esquecendo de onde você tirou aquela cadeira ou sem saber se a mesa em forma de guitarra fica melhor no corredor da sala de estar ou no quarto de hóspedes.
Isso me fez lembrar agora dos Malvados, uma tirinha do André Dahmer (preguiça de fazer link, copiem e colem... http://www.malvados.com.br), em que ele desenha a tirinha muito bêbado e a própria mensagem da tirinha são os dois personagens (malvadinho e malvadão) esculhambando com o autor, dizendo que ele não pode escrever bêbado porque não vai levar a porra de lugar nenhum. Engraçado é saber que o alcool está bem presente em suas tirinhas. Mais importante é ter a noção que muitas tirinhas falam de ressaca.
Arrependam-se, ó seres humanos indignos de salvação. A ressaca está sempre caminhando ao nosso lado, fazendo com que a gente tenha as ideias mais cretinas. Bebi pouco hoje, é verdade. Estou completamente sóbrio. E não estou de ressaca. No entanto, lembrei dessa conversa e acabei por trazer ela à tona. Qualquer dia farei o sacrifício de tentar escrever completamente bêbado. Algo bem difícil e quase impossível. Não esperem por algo assim. Escrever bêbado também não significa que será o ápice do limite da Literatura Free.
Literatura Drunked Free.
domingo, 13 de novembro de 2011
João Fragoso, o Shenlong da História Colonial.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Sobre música clássica.
- Estranho, estávamos em silêncio faz 40 minutos e você fala Bach?
- Báh, e qual é o problema.
- Eu sei lá. Tipo.. carnaval, saca? Tchubirabirom. Essas coisas.
Outro amigo acorda e começa a falar:
- Tem aquela da mulher maravilha e do superman.
- Hum?
- Aquela pow.. que é meia pornô.
- Meia?
- Báh, pornozão.
- Bach não é pornô.
- ???
- Pera, acho que não estamos nos comunicando muito bem.
- Claro que não estamos... passamos 40 minutos sem nos comunicarmos. A gente praticamente recriou todo o processo de linguagem humana das cavernas até os primeiros sons articulados e entendíveis. Mas tipo... pegamos 40 milhões de anos e transformamos em 40 min.
- Entendo... quer dizer que...
- Báh, tchê.
- Não, Bach é o caralho. Eu tou falando que passamos 40 min sem falar porra nenhuma, isso é raro na sociedade hoje em dia, logo nós, que não conseguimos calar a boca nunca. Não me admira saber que depois de 40 minutos a gente não consiga articular as palavras e as frases direito.
- Então... e a escrita?
- Vai ser como voltar de férias na época da escola, a gente também desaprende a escrever. Até mesmo o próprio nome.
- Báh, tchê.
- Não acho que Bach e Che tinham esses problemas... eles eram homens determinados.
- Como?
- Como o que?
- Pera pessoal, as coisas estão meio confusas.
- Meio? O cara tá falando de Bach e Che a conversa toda. Qual o problema, pô?
- Meu nome não é Paul.
- Não Paul, pô... de porra!
- Credo.
- Báh, tchê
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Esse foi um pequeno exercício de diálogo entre 3 pessoas. E não sobre linguagem. É também um post em homenagem a J.S.Bach, nosso querido músico compositor que fez músicas engraçadinhas e algumas medonhas. Mas muito legal. Homenageio Che Guevara também, por todas as coisas que ele fez, e deixou de fazer, e que fudeu também, ele não é perfeito. Post também dedicado a Charles Boxer, um cara interessante, mas também interesseiro, e desinteressado por muitas coisas. Também aproveito e mando um alô pro Tarcísio, meu amigo de época de colégio que eu não vejo desde a minha 7ª série, não faço a menor idéia se ele está morto ou não. Anyway. É um post também dedicado à Inglaterra, para assim a gente atrair mais leitores ingleses e de outras nacionalidades - aqueles idiotas que são metidos a ingleses. Esperamos também que os Estados Unidos da América apareçam por aqui também, uma vez que os Britânicos vem e voltam. Franceses também são bem vindos, mas nada de Jean-Paul Sartre... é não... tou brincando, pode sim ter Jean-Paul Sartre aqui. Marx, como sempre, sempre tem a sua cadeirinha de sempre no cantinho da cozinha, com seu copinho de iogurte desnatado e seu Nescal Ball. No entanto, os escritores brasileiros como Jorge Amado, Gregório de Matos, Oswald de Andrade e um teatrólogo como o Dante do seriado Som e Fúria podem entrar e pedirem petiscos, mas estão terminantemente proibidos de falar dos índios, pois terão que admitir que são burgueses e se comportarão como tal, e nada de olhar feio para o Marx. Literários, historiadores e anarquistas Argentinos e da américa Latina também serão bem vindos, mas já sabem, todo contato entre Jorge Luiz Borges e Jorge Amado deve ser evitado.
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Esse pequeno exercício de escrita foi para mostrar mais uma vez que a Literatura Free é como um bar. Escrevemos bêbados. Sobre muita coisa, várias coisas. e Todo mundo aparece aqui para dar pitaco. Acabamos sempre brigando. e sendo enxotados pelo Barman que no final sai atirando para o alto com sua escopeta e que sempre grita: "Voltem amanhã".
E nós voltamos.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Desventura Literária #01 ou O Pior Post de Todos os Tempos
- Cara, como está frio.
- Está fazendo 38ºC e pessoas estão sendo internadas por desmaio por causa do calor.
- Estou com febre.
Chega em casa, olha para o pai e diz:
- Está frio, eu sei, eu admito, mas nem por isso precisa acender a lareira.
- Isso é um fogão e estou tentando cozinhar o almoço, meu filho.
- Entendo, mas mesmo assim, aconselho que se agasalhe.
- ?
Liga o computador, entra na internet, procura as últimas fofocas dos famosos, lê sobre o big brother Brasil 11, o que rolou no último faustão, vai no twitter, lê os perfis de Rita Lee, Marcelo Tas, William Bonner, Barack Obama, Ingrid Guimarães, Luciano Huck e Hugo Chavez. Coloca o Exaltasamba para tocar enquanto lê e deixa seu msn como "ausente" com o seguinte nick - 'muitos tentaram ser melhores que eu, mas apenas eu sou melhor do que todos eles' - tenta negociar o abadá do show da Ivete Sangalo, entra um amigo no msn.
- karaio, akela prov de dirto constitucional foi de laskar.
E a amiga feia apita chamando atenção.
- Ammmmmmôôôôôrrrrrrrr vai p ivete eu ja komprei meu abdá e já tou preparada scutando os ultimos sucesos pq tou solteira e ja sei como vou aproveitar essa fexta que vai ser d+++++ tou poderozaaaa
E o primo chato de outro estado aparece também.
- Quanto tempo, kra.
Não responde ninguém, desliga o computador, vai assistir televisão. Encontra o pai assistindo Jornal.
- Não acredito nisso, ainda tem pessoas que usam faixas na cabeça.
- Isso é de que época?
- Eu sei lá, a feiura não tem época, feio é feio, o bonito é analisado esteticamente para cada povo e cada arte, o feio nunca foi analisado.
- Eu sou feio, pai?
- Claro que... nãooo... claro que não. E tenho dito. Sua mãe nunca te achou feio.
- Mas você achava mamãe feia, por isso se separou dela.
- Isso é uma mentira inventada por sua mãe, garoto, ela era linda quando estava com uma caixinha de cerveja...
- E sem a caixinha de cerveja?
- Ela... ela... ela... é... me proibiu de beber cerveja, e como eu não obedeceria isso calado, bem, foi um ultimato, eu ainda tive que aguentar muito por você, meu filho.
- Eu? Pensei que você suportaria a relação pelo amor de vocês dois.
- As coisas não funcionam assim meu filho, essa idéia que a sociedade carrega em que a família tem que estar sempre unida é balela, tem muita família junta que não vale 1 real, já nós, mesmo saparados, somos bons pais para você.
- Entendo, realmente, muito pouco me faltou na vida.
- Exatamente, agora vá brincar.
Ele sai, entra no quarto, sai, vai pra cozinha, passa pelo pai de novo, ele não nota a presença do filho, o mesmo vai até o quarto mas erra a porta... era o... banheiro... lá dentro ele encontra Raoul Duke e Dr. Gonzo... um com as roupas maltrapilhas e um som gigante nos braços, com vários fios, soltos e cortados, escutando White Rabbit nas alturas, estava com os pés descalços e em pé dentro da banheira. O outro tentava impedir o amigo de cometer suicídio. Após sair do banheiro correndo, escutando a música nas alturas, o mesmo torna-se a chegar e entrar no dito cujo profelixado local de corrida bruscas. Não se sabe ao certo o que era aquele local, mas o mesmo não tinha cheiro bom, apesar do nariz estar sangrando e uma forte tempestade de areia estar lhe causando dores nos olhos... após cair 4 vezes consecutivas e chegando ao 3º nível do subsolo de um prédio que tinha sido construído do térreo para o subsolo, abre os olhos, limpa o nariz e observa uma garota. Ela fala:
- Ei, como é que você está?
- Mal, quem és você?
- Errado!
- Ãh?
- Essa conjungação, está errada.
- Conju-o-quê?
- Ai, Cristo, que porra é essa? Vem cá, você vem de onde?
- Não sei, acabei de chegar com a lama.
- Ah, claro choveu e te arrastaram aqui né?
- Isso, eu acho, tentavam se matar, White Rabbit, Ivete Sangalo.
- Pera, pera, o que você disse?
- Sangue no nariz.
- Não, porra...
- Aqui tem torneira?
- Claro que tem.
- Ei, isso é Bad Religion?
- Sim, We're Only Gonna Die.
- Caralho, essa música é muito foda, dá vontade de sair quebrando as coisas.
- Pera, você não pode fazer isso.
- Ah, vá tomar no cu. Vou tocar o terror
Então pega uma cadeira, e sai quebrando no salão do prédio, tinha cara de ser aqueles salões de espera, cheio de vasos transparentes, quadros, sofáres. Essas coisas, primeiro começar lascando o vaso na parede... o primeiro, o segundo.. depois o terceiro na cabeça da garota que caiu no chão e começou a sangrar pelo corte na testa e na buchecha... após pegar o quadro da parede e começar a bater na menina que estava no chão de debatendo, vomitando em cima da poça de sangue e vomitando porque estava deitada com a cara lambuzada de vômito e sangue. ele decide pegar as almofadas do sofá e sacar na cara da menina e segurar até ela parar de se movimentar, por fim, pega o sofá, coloca em pé de depois joga em cima do corpo da garota... sai correndo pelas escadas, subindo até a superfície...
Continua...
domingo, 6 de novembro de 2011
Literatura Free Now!?
Este post nada mais é do que um exercício frankstein. A literatura Free Now não nasceu nesse blog, ela veio de antes, de um outro blog: o Monte Pitão e Seus Ministros. Por motivos diversos, o blog foi abandonado, e eu, que nunca gostei do nome, decidi manter a Literatura Free e criei esse blog.
Mas, “Now”!?. Sim, existe outro blog no mundo com o nome de literatura free. É só colocar no google e escrever, você vai achar.
Litera Free não servia, o nome tem que ser Literatura. Não pode ser litera, nem literatu, nem literis, nem literaturis, nem qualquer coisa coisa. Free Literatura também está fora de cogitação, esse blog não tem o intuito de salvar a Literatura. A literatura nunca precisou ser salva. A literatura é tão dinâmica quanto a vida do seu vizinho (assim como a grama dele... do mesmo jeito que a conversa ao seu lado que você não participa também é a melhor, etc...).
Mas, “Now”!?. Sim, eu precisava de alguma coisa para colocar no nome do blog para ele poder ser aceito. Coloquei outro nome em Inglês, o “now”. Pequena alusão à Apocalypse Now, filme do Francis Ford Coppola, baseado no livro O coração das trevas do Joseph Conrad. Enfim, se o apocalipse é agora, a Literatura Free não é Apocalipse. O agora não necessariamente precisa ser agora. Tal alusão foi feita mais em um quesito de que eu precisava arranjar um nome pro blog, e não por causa de alguma explicação subversiva que envolve o Apocalipse Now e a Literatura Free. Se não houvesse outro blog com o nome de Literatura Free, não existiria assim o Literatura Free Now. Começamos com um senso estético (o Now é mais bonito do que outra palavra), e agora estamos em um estudo aprofundado sobre o real motivo do Now. O Now não tem motivo underground. O now é simplesmente... bonito. E faz referência a outra obra artística e literária muito foda.

